KNSC11 reduz dividendos ao menor nível em 7 meses; veja valor

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KNSC11 reduz dividendos ao menor nível em 7 meses; veja valorO fundo imobiliário KNSC11 anunciou o pagamento de R$ 0,08 por cota em 14 de outubro de 2026, o menor valor dos últimos 7 meses. Para ter direito aos proventos, é necessário manter cotas no encerramento do pregão de 30 de setembro. O montante recebido depende da quantidade de cotas em carteira nessa data.Os dividendos do KNSC11 equivalem a um dividend yield mensal de aproximadamente 0,89%, tomando como base a cotação de referência de R$ 8,98. Um investidor com 1.000 cotas receberá R$ 80,00 em dividendos. Para uma posição de 100 cotas, o pagamento será de R$ 8,00.Quer conferir notícias de finanças em tempo real, direto do seu WhatsApp, de maneira gratuita? Clique e confira a nova comunidade de notícias da Status Invest.Para pessoas físicas, os rendimentos distribuídos podem ser isentos de Imposto de Renda, desde que atendidas as condições previstas na legislação aplicável aos fundos imobiliários. Segundo a gestão, os rendimentos anunciados têm agosto como período de referência. Os proventos correspondentes a agosto foram pagos aos cotistas elegíveis em 14 de setembro.KNSC11 investe R$ 34,6 milhões em dois CRIsO relatório mais recente do FII KNSC11 detalhou novas alocações na carteira. O fundo investiu R$ 34,6 milhões em dois CRIs indexados ao IPCA, com taxa média de aquisição de IPCA mais 10,08% ao ano. A maior operação foi no CRI XP Log Prime Yield, que recebeu R$ 30 milhões a IPCA mais 9,44% ao ano.O CRI está ligado à aquisição de dois galpões logísticos de padrão AAA, localizados em Brasília e Contagem, em Minas Gerais. Na data da operação, ambos os ativos estavam integralmente ocupados. A estrutura conta com alienação fiduciária dos imóveis, LTV de 60% e cessão fiduciária dos recebíveis.Essas movimentações ocorreram enquanto os rendimentos tinham agosto como base. A gestora destacou a priorização de títulos com indexadores claros e garantias robustas, mantendo a disciplina de risco em linha com o mandato do fundo.Fundo adiciona operação de home equity à carteiraA outra alocação do fundo foi uma aplicação de R$ 4,6 milhões no CRI Creditas 151 – Mezanino, remunerado a IPCA mais 14,22% ao ano. O lastro é formado por uma carteira diversificada de recebíveis originados em empréstimos de home equity. A operação apresenta baixo LTV e inclui mecanismos de garantia e subordinação.Após as novas alocações, os CRIs indexados ao IPCA representavam 67,3% do patrimônio ao fim de agosto. Os papéis atrelados ao CDI correspondiam a 36,4%, enquanto as LCIs somavam 1,9% e os instrumentos de caixa 4,8%. Na segmentação imobiliária, o residencial pulverizado era a maior exposição, com 26,1%. Logística respondia por 21,9% e escritórios por 21,6%, além de posições em residencial, shopping centers e outros setores.A carteira também utilizava operações compromissadas reversas lastreadas em CRIs, equivalentes a aproximadamente 10,3% do patrimônio líquido no encerramento de agosto. De acordo com a gestão, esses instrumentos servem para dar flexibilidade à alocação dos recursos, com acompanhamento de liquidez, custos e limites de exposição.Com a combinação de alocações em CRIs indexados ao IPCA e operações com diferentes perfis de risco, o fundo buscou ajustar o portfólio às condições de mercado. Os pagamentos anunciados seguem o calendário divulgado pela gestora, observadas as datas de corte e as regras de elegibilidade aplicáveis aos cotistas.