Datafolha: Lula tem 45% contra 42% de Flávio no primeiro turno

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Pesquisa do Datafolha divulgada neste sábado (3), véspera do 1º turno, mostrou que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) tem 45% das intenções de voto no primeiro turno. O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) aparece na sequência, com 42%.No último levantamento, de quinta-feira (1º), Lula marcou 42% no primeiro turno enquanto o senador apareceu com 38%. O ex-governador Ronaldo Caiado (PSD) tem 4%. O escritor Augusto Cury (Avante) e o fundador do Missão, Renan Santos, pontuam 3% na rodada atual.O ex-governador Romeu Zema (Novo) tem 1%. A dentista Samara Martins (UP) e o veterinário Wilson Grassi (Democrata) registram não pontuaram.O levantamento ouviu 4.006 eleitores de 16 anos ou mais, neste sábado (3). A margem de erro é de 2 pontos percentuais, para mais ou para menos. O nível de confiança é de 95 %. A pesquisa foi registrada na Justiça Eleitoral sob o número BR-01708-2026.Lula e Flávio antes do 1º turnoO presidente Lula e Flávio Bolsonaro encerraram neste sábado (3) a campanha de rua antes do primeiro turno das eleições de 2026, reforçando as estratégias que marcaram a reta final da disputa. Em São Paulo, Lula voltou a apostar no endividamento das famílias e no confronto com o bolsonarismo. Flávio participou de atos no interior paulista e no Rio de Janeiro, ampliando a mobilização de aliados e intensificando as críticas ao Supremo Tribunal Federal (STF).Na Avenida Paulista, Lula caminhou ao lado do candidato petista ao governo de São Paulo, Fernando Haddad, e voltou a defender medidas para aliviar o orçamento das famílias. Criticou os juros dos cartões de crédito, que classificou como “uma roubalheira”, e afirmou que as bets “viraram uma doença para o povo brasileiro”. O presidente também defendeu o fim da escala 6×1 e atacou os adversários, mencionando as investigações sobre irregularidades na Previdência e o caso Banco Master. O ato teve um princípio de confusão após policiais militares determinarem a retirada de caminhões da região.Flávio começou o dia com uma motociata ao lado do governador Tarcísio de Freitas (Republicanos), entre Santa Bárbara d’Oeste e Americana, no interior paulista. A mobilização também reuniu o prefeito da capital paulista, Ricardo Nunes (MDB), e os candidatos ao Senado André do Prado (PL) e Guilherme Derrite (PP). Após o percurso, o senador defendeu mudanças no Judiciário, afirmou que o STF não pode funcionar como “uma delegacia de polícia” e acusou o PT de utilizar instituições para perseguir adversários, sem apresentar provas.