O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) lidera a rejeição eleitoral com 50% das menções entre os entrevistados pela pesquisa Gerp deste sábado (3).Na sequência, o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) registra 43% das menções de eleitores que afirmam não votar no candidato de jeito nenhum. Como os entrevistados podiam escolher mais de um nome, a soma dos percentuais listados ultrapassa 100%. Leia mais Pode beber cerveja? Veja estados que terão Lei Seca nas eleições deste ano Análise: Postura dos EUA em relação à eleição não tem evidência palpável PM do DF manterá esquema de segurança na embaixada dos EUA no fim de semana Abaixo dos líderes, Renan Santos (Missão) concentra 11% das menções, enquanto um bloco de quatro candidatos divide o mesmo patamar, configurando um empate técnico dentro da margem de erro. O ex-governador Romeu Zema (Novo-MG) tem 7% de rejeição, mesmo índice obtido pelo ex-governador Ronaldo Caiado (PSD-GO) e pelo escritor Augusto Cury (Avante).Completam o levantamento outros nomes com índices residuais de rejeição. A candidata Samara Martins (UP) aparece com 5%, enquanto Leonardo Avalanche (PRTB) registra 4%, mesmo percentual de Rui Costa Pimenta (PCO), Hertz Dias (PSTU) e Clariana Barão (DC).No fim da lista apresentada ao eleitor, Edmilson Costa (PCB) e Wilson Grassi (Democrata) têm 3% cada.Os entrevistados que afirmam que não votariam em nenhum dos nomes apresentados somam 2%, mesma parcela dos que não sabem ou não responderam. Aqueles que poderiam votar em qualquer um representam 1%.MetodologiaA pesquisa Gerp Mercadologia entrevistou 2.400 eleitores, entre os dias 30 de setembro e 02 de outubro, por meio de entrevista por telefone. A margem de erro do levantamento é de 2 pontos percentuais, para mais ou para menos, com intervalo de confiança de 95,55%.A pesquisa foi realizada com recursos próprios do instituto está registrada no TSE (Tribunal Superior Eleitoral) sob o protocolo BR-00509/2026.Quem são os candidatos à Presidência da República em 2026 A CNN Brasil utiliza ferramentas de inteligência artificial para extrair dados e gerar textos a partir dos relatórios dos institutos de pesquisas eleitorais. Todas as informações são checadas por jornalistas, e o texto final também passa por revisão da redação da CNN antes de ser publicado. Clique aqui para saber mais