Um associado do clube social do Palmeiras, acusado de estuprar uma criança nas dependências da instituição, afirmou nesta sexta-feira (12) que só tomou conhecimento das acusações pela nota do clube e pela imprensa, segundo sua defesa.Seus advogados também negaram as denúncias e pediram acesso aos procedimentos instaurados. O processo segue em segredo de Justiça.O texto ainda diz que a defesa se coloca à disposição das autoridades para esclarecer os fatos ocorridos. A Polícia Civil de São Paulo investiga o caso. O caso foi divulgado primeiramente pelo Ge e confirmado pelo Estadão.De acordo com nota da Secretaria Estadual da Segurança Pública de São Paulo (SSP), o caso ocorreu na quarta-feira (10). A mãe da vítima prestou depoimento, relatando os fatos na 4ª Delegacia de Polícia de Defesa da Mulher (DDM – Norte) e também acionou a Polícia Militar.A criança foi encaminhada para exames no Instituto Médico Legal e o caso está sendo investigado pelo 3º DDM (Oeste).Posição do PalmeirasEm nota, o Palmeiras informou que foi procurado pela mãe da criança para relatar um caso de abuso dentro das dependências da sede social. Um médico do clube atendeu a criança e advogados foram colocados à disposição para atender a família durante o depoimento à polícia.Ainda de acordo com o Palmeiras, o material obtido por meio de câmeras de segurança foi encaminhado às autoridades. A presidente Leila Pereira determinou ainda a imediata suspensão de um associado suspeito de envolvimento no caso, que será expulso do quadro associativo caso a autoria do crime seja comprovada.“O Palmeiras repudia veementemente qualquer forma de violência ou abuso e não medirá esforços para que os fatos sejam rapidamente esclarecidos.”*Com informações do Estadão Conteúdo