Quem decide a guerra: homens ou máquinas?

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Clausewitz ensinou que a guerra é um fenômeno profundamente humano, marcado por medo, incerteza, julgamento e responsabilidade. A Inteligência Artificial pode ajudar comandantes a enxergar melhor através da névoa da guerra, mas a decisão de tirar vidas humanas não deveria ser transferida para algoritmos incapazes de compreender o significado moral de seus atos. O desafio do nosso tempo não é construir máquinas mais inteligentes, mas impedir que elas assumam responsabilidades que deveriam pertencer exclusivamente aos seres humanos.