A Ethiopian Airlines deve decidir nos próximos três meses sobre um pedido de 25 jatos comerciais menores para expandir sua rede local, disse o presidente-executivo Mesfin Tasew Bekele na noite de sábado, durante um encontro de executivos do setor aéreo no Brasil.A maior companhia aérea da África, que opera 147 aeronaves, está analisando o Airbus A220, o Embraer E-2 e o Boeing 737 MAX 7, que deve ser certificado pela Administração Federal de Aviação dos Estados Unidos ainda este ano.Os aviões seriam usados em rotas domésticas e em países vizinhos. Leia Mais OpenAI planeja reformular ChatGPT como "superapp" antes de IPO Lucro das aéreas deve cair pela metade com alta do combustível, diz Iata Alaska Air tem esperança de restaurar guidance após resultados do 2º tri “Há algumas questões, mas provavelmente em questão de três meses”, disse Bekele sobre o momento da decisão. Bekele não detalhou quais são essas questões.O programa A220 continua no vermelho e enfrenta forte concorrência da rival brasileira Embraer.Como outras companhias aéreas, a Ethiopian Airlines tem sido afetada pelo aumento dos preços dos combustíveis, em meio à guerra no Irã, e cortou voos para o Oriente Médio para atender à menor demanda de passageiros, incluindo a diminuição da frequência para Dubai de três para dois voos diários, disse ele.Juro alto afasta dinheiro das bolsas dos EUA, diz Zogbi | MONEY NEWSEm todo o sistema, a companhia aérea está gastando cerca de 60% a mais com combustível de aviação, embora tenha conseguido resolver as preocupações com a escassez.“Resolvemos a questão do abastecimento. Está tudo bem agora”, acrescentou ele, durante a cúpula anual da Associação Internacional de Transporte Aéreo (Iata, na sigla em inglês), realizada neste fim de semana no Rio de Janeiro. “Mas a questão do preço é um problema sério.”América do Sul lidera com rotas aéreas mais turbulentas no mundo