Allianz espera mais de 40 shows em 2026 e VP avalia equilíbrio com futebol

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O Allianz Parque projeta ampliar a agenda musical e pode voltar a receber cerca de 48 shows em 2026. O planejamento foi detalhado por Marcelo Frazão, vice-presidente da WTorre, durante entrevista ao programa CNN Esportes S/A deste domingo (22).Na conversa, o executivo explicou como a arena equilibra o calendário do Palmeiras com grandes apresentações musicais e destacou o impacto econômico gerado pelos eventos na cidade de São Paulo. Leia Mais Nino mantém porta aberta, mas Palmeiras deve adiar tentativa por zagueiro Abel ultrapassa Telê Santana e atinge marca histórica no futebol brasileiro Bruno Rodrigues no Cruzeiro: Palmeiras pode faturar milhões com negócio O dirigente detalhou o volume recente de apresentações e as projeções para os próximos anos.A gente fechou, por exemplo, 2024 com 48 shows. 2025 a gente teve um ano com menos shows, com 34 shows. Então, a gente tem uma média nos últimos anos de aproximadamente 40, 40 e poucos shows. A previsão para 2026 é que a gente atinja 48 shows novamente.Marcelo Frazão, vice-presidente da WTorreEle ressaltou que cada evento movimenta diferentes setores da economia local.“A nossa face  relacionada a shows é muito importante para o business e também para a cidade de São Paulo”, concluiu.Segundo Frazão, a posição estratégica de São Paulo facilita a organização das turnês internacionais.“São Paulo se tornou na verdade o hub o hub principal quando você planeja turismo na América Latina. Então, a partir das datas de São Paulo é que são na verdade agendadas as outras cidades”, revelou.Segundo ele, o estádio se consolidou como uma das principais rotas de turnês internacionais na América Latina.Todos os índices e rankings anuais, a gente está em primeiro lugar na América do Sul. Três vezes mais público do que o segundo lugar. E isso faz com que não só o business seja beneficiado, mas que de alguma maneira a economia da cidade seja muito impactada por esse número de shows.Marcelo Frazão, vice-presidente da WTorreCompartilhamento com o futebolDurante a entrevista, o executivo também explicou como funciona o uso compartilhado do estádio entre shows e partidas do Palmeiras.“Tendo um número de shows relevantes, você aumenta o patrocínio, aumenta o valor de camarote, aumenta a receita relacionada a alimentos e bebidas, e o Palmeiras recebe o repasse de cada uma dessas receitas. Então, você tem um alinhamento de interesse econômico”, explicou.Presidente do Grêmio detalha modelo de negócio para naming rights da Arena | ESPORTES S/AO executivo também destacou que o processo envolve interesses econômicos alinhados entre a WTorre e o Palmeiras.A questão do compartilhamento é um alinhamento de interesses das duas partes, ou seja, é uma concessão. A WTorre juntamente com Palmeiras tem benesses financeiras no momento em que você aumenta o faturamento. Não só do aluguel para os shows, mas de toda a economia da arena que gira em torno de cada um desses eventos.Marcelo Frazão, vice-presidente da WTorre Segundo ele, o formato atual reduziu conflitos operacionais entre as partes.“Hoje, entre Palmeiras e WTorre, eu acho que a gente tem um modelo muito adequado em relação a esse compartilhamento, e que funciona muito bem”, opinou.CNN Esportes S/ACom Marcelo Frazão, vice-presidente da WTorre, o CNN Esportes S/A chega à 128ª edição. Apresentado por João Vitor Xavier, o programa aborda os bastidores de um mercado que movimenta bilhões e é um dos mais lucrativos do mundo: o esporte.Em pauta, os assuntos mais quentes da indústria do mundo da bola, na perspectiva de economia e negócios.Palmeiras troca gramado sintético e ficará fora do Allianz por 3 meses