Telefônica Brasil (VIVT3) supera expectativas e lucro vai a R$ 1,88 bilhão no 4T25; telecom anuncia nova recompra de ações

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A Telefônica Brasil (VIVT3) registrou lucro líquido de R$ 1,88 bilhão no quarto trimestre de 2025 (4T25), alta de 6,5% ante o desempenho do ano anterior, mostra balanço divulgado ao mercado nesta segunda-feira (23).O resultado operacional medido pelo Ebitda (lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização) atingiu R$ 6,70 bilhões, alta de 8,1% na comparação anual.Analistas esperavam lucro líquido de R$ 1,73 bilhão e Ebitda de R$ 6,35 bilhões para a companha de telecomunicações, segundo média de previsões compilada pela LSEG.A receita líquida somou R$ 15,61 bilhões, uma alta de 7,1% na comparação com o quarto trimestre de 2024. De acordo com a empresa, o ganho foi impulsionado pelo forte desempenho das receitas de pós-pago, fibra e dados corporativos, TIC e serviços digitais, impulsionando a receita fixa, que cresceu 5,4% sobre o ano anterior.A receita de serviço móvel avançou 7%, a R$ 9,84 bilhões, impulsionada principalmente pelo segmento pós-pago, enquanto o pré-pago encolheu 3,9%.Já o faturamento com serviços de rede fixa registrou no quarto trimestre ganho de 5,4% na base anual, atingindo R$ 4,43 bilhões, apoiado pelo crescimento das receitas de FTTH, do inglês Fiber-to-the-home, dados corporativos, TIC e serviços digitais.A Telefônica Brasil encerrou dezembro com 31 milhões de casas passadas com fibra, uma alta de 6% na comparação anual, em 453 cidades. A expansão adicionou 1,9 milhões de domicílios na base da empresa.Programa de recompra de açõesA dona da Vivo anunciou, também nesta segunda (23), um novo programa de recompra de ações e uma proposta de redução de capital.De acordo com o fato relevante, o conselho de administração aprovou novo programa de recompra de até até 42,9 milhões de ações, com valor máximo de R$ 1 bilhão. O novo programa tem início imediato, com encerramento em 22 de fevereiro de 2027.O objetivo da aquisição de de ações ordinárias é a manutenção em tesouraria, para posterior cancelamento ou venda, sem redução do capital social, com a finalidade de incrementar valor aos acionistas pela aplicação eficiente dos recursos disponíveis em caixa, otimizando a alocação de capital.A Telefônica também propôs aos seus acionistas uma redução de capital de R$ 4 milhões, que deve ser votada em Assembleia Geral Extraordinária no dia 12 de março.*Com informações da Reuters