Shopping não compete com e-commerce, avalia CEO da Allos

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O comércio eletrônico e os shoppings centers não são concorrentes diretos, mas sim modelos de negócio que podem coexistir e se complementar no mercado. Esta é a visão de Rafael Salles, CEO da Allos, que analisa a relação entre estes dois canais de vendas.Segundo Salles, embora muito se tenha especulado sobre o fim das lojas físicas com o crescimento do e-commerce, a realidade mostrou um cenário diferente. “O e-commerce cresceu muito e de uma forma muito competente. É uma conveniência, de fato, é muito fácil, muito agradável consumir via o e-commerce também, mas a gente tem algo que o e-commerce não tem”, explicou. Leia Mais Futuro da Kraft Heinz após divisão: mais proteína, menos açúcar Copa 2026: Completar álbum de figurinhas pode custar mais de R$ 7 mil Crise do petróleo leva à escassez global de produtos Para o executivo, o diferencial dos shoppings está na experiência social que proporcionam. “Nós promovemos o encontro. As pessoas se conhecem, se encontram no shopping. Então, o shopping não é um produto que compete com o e-commerce”, destacou Salles. Em sua análise, os centros comerciais competem, na verdade, com outras atividades de lazer, entretenimento e lifestyle.Complementaridade e resultados positivosO CEO da Allos enfatiza que o papel dos shoppings é complementar a jornada do consumidor. Os resultados parecem confirmar esta visão, já que, segundo ele, a empresa encerrou o ano com a maior taxa de ocupação de sua história. “A gente terminou o ano agora com a maior ocupação da história nos nossos shoppings, com mais de 97, quase 98% de ocupação na média do portfólio. E depois de ter passado por uma pandemia”, ressaltou.Este desempenho, na visão de Salles, demonstra que mesmo com o crescimento do e-commerce, os shoppings mantêm sua relevância por oferecerem um componente diferenciado. “O shopping tem um componente muito diferente, um componente de encontro, componente de conexão. E o ser humano é gregário, então as pessoas querem se encontrar”, concluiu, acrescentando que os centros comerciais também servem como plataforma para que marcas exibam seus produtos e utilizem a infraestrutura física para operações que integram o online e o offline. Os textos gerados por inteligência artificial na CNN Brasil são feitos com base nos cortes de vídeos dos jornais de sua programação. Todas as informações são apuradas e checadas por jornalistas. O texto final também passa pela revisão da equipe de jornalismo da CNN. Clique aqui para saber mais.