A tripulação da espaçonave Orion, da missão Artemis II, completou nesta segunda-feira (6) sua passagem pelo lado oculto da Lua, um momento crucial para o programa espacial da Nasa. Durante essa etapa, os astronautas ficaram temporariamente sem comunicação com a Terra, o que serviu como um importante teste para futuros desafios espaciais.Em entrevista ao CNN Prime Time, o atrofísico do Planetário do Ibirapuera Marcelo Rubinho explicou a importância deste momento para a exploração espacial. “O lado oculto da Lua não é um lado obscuro, não é um lado escuro. Ele só é o lado que não está virado para nós. Além de ser uma barreira física mesmo para a rádio, ele é útil para a gente poder testar a navegação autônoma”, destacou. Leia mais "Algumas crateras da Lua estão brilhando", diz astronauta da Artemis Artemis II: nave atinge ponto mais próximo da Lua na missão Em duplas, astronautas da Artemis observam a Lua ao longo de 7 horas A missão Artemis II alcançou a maior distâncua ja percorrida por humanos no espaço. “Esse marco prova que a gente consegue levar humanos cada vez mais longe e de uma maneira única com segurança também”, explicou Rubinho.De acordo com o especialista, a misão deve enfretar um momento crítico durante a reentrada da espaçonave na atmosfera da Terra, devido à desacelaração da nave.O astrofísico destacou que a missão só será considerada bem-sucedida quando os astronautas retornarem em segurança ao planeta. “A gente só considera que a missão foi bem cumprida quando os astronautas estão sãos e salvos de volta aqui em casa”, concluiu Rubinho, ressaltando que o objetivo final de todo esse esforço é preparar o caminho para a chegada humana a Marte. Os textos gerados por inteligência artificial na CNN Brasil são feitos com base nos cortes de vídeos dos jornais de sua programação. Todas as informações são apuradas e checadas por jornalistas. O texto final também passa pela revisão da equipe de jornalismo da CNN. Clique aqui para saber mais.