A cantora Anitta, 33, virou alvo de críticas no último domingo (5), após se apresentar no “Domingão com Huck” dando um spoiler do que o público pode esperar de seu mais novo álbum de estúdio “Equilibrium”, que chega às plataformas no dia próximo 16.Entre as faixas do projeto, o público conheceu a canção “Meia-noite”, com referências ao Candomblé – religião da qual a artista é praticante declarada. Leia Mais Anitta faz 1ª performance de "Meia-Noite", faixa de novo álbum; assista Anitta abre votação para fãs escolherem capa de novo álbum; veja Anitta libera tracklist de álbum, mas mantém 8ª faixa em segredo; entenda Rapidamente, o perfil do programa no Instagram e no X, antigo Twitter, foram tomados por comentários de internautas que classificaram a performance uma “afronta”, justamente por ter sido feita na Páscoa, data que, para os cristãos, marca a ressurreição de Jesus Cristo.Por outro lado, fãs da carioca saíram em defesa da artista, afirmando que ela não estava atacando ninguém, apenas cantando.Embora tenha evitado rebater as críticas, Anitta usou o Instagram para republicar uma mensagem. “Jesus ressuscitou. Ele está presente em todos os lugares, menos no seu discurso violento, criminoso e cheio de intolerância religiosa”, diz o texto.Anitta compartilha reflexão no Instagram • Instagram/AnittaNa atração, a cantora explicou o conceito do álbum. “Não é só mistura de ritmos, de músicas que falam de amor, amor próprio, autoconhecimento, mas também fala de religiosidade, espiritualidade em todas as suas vertentes. Não só da que eu sigo, mas todo tipo de crença, de fé, em Deus, em nós mesmos”.Confira a apresentação:Ver essa foto no InstagramUm post compartilhado por Domingão com Huck (@domingao)Essa não é a primeira vez que Anitta é vítima de intolerância religiosa. Em maio de 2024, a cantora também sofreu duras críticas após o lançamento da música “Aceita”, que exaltava a sua fé. Na época, ela perdeu mais de 200 mil seguidores nas redes sociais.Anitta diz ter “começado do zero” internacionalmente