Buenos Aires abre licitação para rastrear criptomoedas na Argentina

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O Ministério Público Fiscal (MPF) de Buenos Aires, capital da Argentina, publicou o edital para a aquisição de um novo sistema na quarta-feira (1), documento que foca na procura por um software forense para a análise e o monitoramento de transações financeiras. Interessados em participar devem ler as regras e submeter as propostas até esta segunda-feira (6).O governo argentino pretende aplicar a solução cibernética no rastreio rigoroso de moedas digitais de pessoas e de corporações na região. A medida representa uma postura intensa do poder público sobre o fluxo de fundos em redes de blocos da internet.A Oficina de Administração Financeira (OAF) coordenará o processo de recebimento das propostas comerciais em caráter digital. As companhias com interesse no certame devem entregar o material com todas as especificações técnicas exigidas pelas autoridades portenhas.Os fornecedores poderão baixar o caderno de encargos sem qualquer custo no portal da autarquia na internet. O departamento exige o envio dos dados corporativos completos das candidatas para a validação na disputa oficial pelo contrato.O formato virtual agiliza o andamento burocrático e facilita a entrada de entidades estrangeiras no processo de escolha governamental.Prazo e as regras da concorrência públicaO recebimento dos envelopes digitais com as ofertas ocorrerá até o período da manhã da quinta-feira (9). Os funcionários do setor financeiro abrirão os arquivos para avaliar a viabilidade dos programas submetidos na exata data limite.O chefe da instituição validou o prosseguimento da licitação com a edição de uma determinação expressa nas vias legais. Alejo Folgueira assinou a norma interna e referendou a compra do aparato de inteligência investigativa cibernética.Folgueira busca dotar os peritos da nação com recursos adequados para identificar fraudes milionárias nos mercados sem controle central. O cronograma da disputa transcorre de forma célere para garantir a instalação do programa no menor prazo possível nas repartições.A integração deste recurso forense ao ecossistema do Estado ataca a camada de privacidade mantida pelas carteiras das corretoras. Os agentes cruzam os registros imutáveis e descobrem os proprietários reais de saldos ocultos em paraísos fiscais ou empresas obscuras.O cerco afeta o indivíduo com hábitos de evasão de divisas por meio de conversões em bens de natureza não bancária.Governo de Buenos Aires mostra avanço da vigilância na América do Sul ao mercado de criptomoedasA nação vizinha do Brasil convive com uma adoção em massa de criptomoedas em face da instabilidade econômica vivida no cotidiano. Os habitantes fogem do peso argentino e transferem parcelas da renda para reservas de valor fora do radar do governo.Essa saída de capitais pressiona o tesouro estatal e provoca a criação de iniciativas oficiais focadas em monitoramento ostensivo. A ferramenta cobiçada pelo MPF mapeia as interações em protocolos variados e rastreia remessas ignoradas pelas declarações contábeis.A capacidade de rastreio coíbe o uso do sistema descentralizado por grupos criminosos focados na lavagem de dinheiro das ruas. Os auditores buscam sanar as lacunas e taxar as movimentações imperceptíveis aos grandes bancos tradicionais em operação no país.Os softwares de investigação conseguem superar a complexidade tecnológica e entregam painéis visuais com o alerta de infrações severas.Os promotores de justiça anexam esses relatórios aos processos investigativos e robustecem as acusações perante os juízes nos tribunais. A assimilação desta tecnologia eleva a capacidade de arrecadação dos tesouros com multas pesadas e atos judiciais de bloqueio financeiro.Fonte: Buenos Aires abre licitação para rastrear criptomoedas na ArgentinaVeja mais notícias sobre Bitcoin. Siga o Livecoins no Facebook, Twitter, Instagram e YouTube.