A Disney finalmente liberou o tão aguardado primeiro trailer do live-action de Moana e a internet já está dividida entre nostalgia, curiosidade e expectativa.A nova versão da clássica animação chega aos cinemas brasileiros em 9 de julho de 2026, um dia antes da estreia nos Estados Unidos, marcada para 10 de julho. E sim: pode começar a contagem regressiva, porque vem aí uma das apostas mais ambiciosas da Disney nos últimos anos.O trailer aposta pesado na emoção e na conexão com o filme original de 2016. A prévia traz cenas paradisíacas e grandiosas do oceano, momentos icônicos recriados em live-action, trechos musicais que já despertam nostalgia imediata e, claro, o primeiro vislumbre de Maui em versão “real”.A história segue a mesma base que conquistou o público: Moana parte em uma jornada épica pelo mar para salvar seu povo, guiada por uma conexão espiritual com o oceano e acompanhada pelo semideus Maui.O filme traz uma mistura de novidade com rostos já conhecidos pelos fãs, Catherine Laga’aia estreia como Moana, Dwayne Johnson retorna como Maui, agora em versão live-action, John Tui vive o chefe Tui (pai da protagonista), Frankie Adams interpreta Sina (mãe de Moana), Rena Owen assume o papel da avó Tala. Além disso, um detalhe que pesa: o próprio Dwayne Johnson também atua como produtor, reforçando a importância cultural do projeto para ele.O longa é dirigido por Thomas Kail, conhecido pelo sucesso de Hamilton, e promete trazer uma pegada mais realista sem perder o espírito musical.Na trilha sonora, nomes de peso retornam: Lin-Manuel Miranda (responsável pelos hits do original) e Mark Mancina, também do filme de 2016, ou seja: pode esperar músicas com potencial de hit global de novo.Como todo live-action da Disney, o trailer já chegou causando.Enquanto muitos fãs elogiam a fidelidade visual e o clima épico, outros estão debatendo escolhas criativas, especialmente o visual de Maui, que virou assunto nas redes logo após o lançamento.Ainda assim, uma coisa é certa: o filme já virou evento, já que chega em menos de 10 anos após o original (algo raro para a Disney), com a missão de equilibrar nostalgia e inovação e, principalmente, com a responsabilidade de representar a cultura polinésia de forma autêntica para uma nova geração.