As seleções convocaram seus jogadores para os amistosos que acontecem nos próximos dias em todo o mundo, servindo como preparação para a Copa do Mundo de 2026. Na América do Sul, um detalhe que chama a atenção é a quantidade de jogadores brasileiros nas principais seleções do continente.Somente o Uruguai, do técnico Marcelo Bielsa e que vai ter importantes duelos contra Inglaterra e Argélia, possui na lista oito nomes que atuam no futebol brasileiro: Varela, De La Cruz e Arrascaeta (Flamengo), Piquerez e Emiliano Martínez (Palmeiras), Rochet (Internacional), Puma Rodríguez (Vasco) e Canobbio (Fluminense).Já o Paraguai, comandado pelo técnico Gustavo Alfaro e que encara Grécia e Marrocos, chamou seis atletas: Gustavo Gómez (Palmeiras), Junior Alonso (Atlético-MG), Balbuena (Grêmio), Bobadilla (São Paulo) e Sosa (Palmeiras). A sexta novidade que atua no país é o meia Mauricio, também do Palmeiras, chamado pela primeira vez após adquirir a cidadania paraguaia.A Colômbia também conta com um grande número de atletas brasileiros, cinco no total. O time do técnico Néstor Lorenzo, que vai enfrentar Croácia e França, conta com Jhon Arias (Palmeiras), Carrascal (Flamengo), Andrés Gómez (Vasco), Carbonero e Borré (Internacional).Considerada uma das principais seleções do mundo e atual campeã da Copa, a Argentina só levou um jogador que atua no Brasil: o atacante Flaco López, do Palmeiras.Esses números refletem aumento cada vez maior de atletas atuando no Brasil: são 160 estrangeiros na Série A do Campeonato Brasileiro, e um dado chama a atenção: depois de cinco anos, o número de atletas vindos da Colômbia igualou aos do Uruguai, com 29 cada um. A última vez que a quantidade de jogadores colombianos havia igualado ou superado a de uruguaios foi na edição de 2021, com 21 x 12. Os números são do Transfermarkt.“A Colombia é o país mais parecido com o Brasil no continente. Sua miscigenação, a presença de diferentes climas e relevos, e vários aspectos culturais, que fazem do seu campeonato, o mais parecido com o nosso, com vários clubes se alternando na conquista do título. É natural e deveria ser constante a presença relevante de colombianos no nosso campeonato, também porque as grandes seleções formadas por eles, se destacavam por um jogo tecnicamente qualificado, mais funcional que posicional, e muito mais próximo do nosso do que o equatoriano, por exemplo, cada vez mais pautado em força e velocidade em detrimento de outras valências”, explica Renato Martinez, vice-presidente da Roc Nation Sports, empresa de entretenimento norte-americana, comandada pelo cantor Jay-Z, que gerencia a carreira de centenas de atletas.“O crescimento do número de estrangeiros no futebol brasileiro é um reflexo direto de um mercado mais estruturado e atento às oportunidades. Hoje, há um mapeamento muito mais estratégico por parte dos clubes, que enxergam na América do Sul um celeiro de talentos com rápida adaptação ao nosso contexto competitivo. No caso dos colombianos, especificamente, existe uma identificação cultural que facilita esse processo. Esse movimento precisa estar sempre alinhado a critérios claros de desempenho, perfil e potencial de valorização, para que a vinda de atletas de fora não seja apenas uma reposição, mas um ganho real de competitividade e ativo para o clube”, afirma Dado Cavalcanti, gestor técnico da Squadra Sports. Trocar imagemTrocar imagemTrocar imagem 1 de 30 Camisa 1 do Brasil para a Copa do Mundo 2026 • Divulgação/Nike Trocar imagemTrocar imagem 2 de 30 Camisa 1 do México para a Copa do Mundo 2026 Trocar imagemTrocar imagemTrocar imagem 3 de 30 Camisa 1 da África do Sul para a Copa do Mundo 2026 Trocar imagemTrocar imagem Trocar imagemTrocar imagemTrocar imagem 4 de 30 Camisa 1 da Coreia do Sul para a Copa do Mundo 2026 Trocar imagemTrocar imagem 5 de 30 Camisa 1 do Canadá para a Copa do Mundo 2026 Trocar imagemTrocar imagemTrocar imagem 6 de 30 Camisa 1 do Catar para a Copa do Mundo 2026 Trocar imagemTrocar imagem Trocar imagemTrocar imagemTrocar imagem 7 de 30 Camisa 1 da Suíça para a Copa do Mundo 2026 Trocar imagemTrocar imagem 8 de 30 Camisa 1 do Marrocos para a Copa do Mundo 2026 Trocar imagemTrocar imagemTrocar imagem 9 de 30 Camisa 1 da Escócia para a Copa do Mundo 2026 Trocar imagemTrocar imagem Trocar imagemTrocar imagemTrocar imagem 10 de 30 Camisa 1 dos Estados Unidos para a Copa do Mundo 2026 Trocar imagemTrocar imagem 11 de 30 Camisa 1 da Austrália para a Copa do Mundo 2026 • Divulgação/Nike Trocar imagemTrocar imagemTrocar imagem 12 de 30 Camisa 1 do Paraguai para a Copa do Mundo 2026 Trocar imagemTrocar imagem Trocar imagemTrocar imagemTrocar imagem 13 de 30 Camisa 1 da Alemanha para a Copa do Mundo 2026 Trocar imagemTrocar imagem 14 de 30 Camisa 1 do Equador para a Copa do Mundo 2026 Trocar imagemTrocar imagemTrocar imagem 15 de 30 Camisa 1 da Holanda para a Copa do Mundo 2026 • Divulgação/Nike Trocar imagemTrocar imagem Trocar imagemTrocar imagemTrocar imagem 16 de 30 Camisa 1 da Bélgica para a Copa do Mundo 2026 Trocar imagemTrocar imagem 17 de 30 Camisa 1 da Nova Zelândia para a Copa do Mundo 2026 Trocar imagemTrocar imagemTrocar imagem 18 de 30 Camisa 1 da Espanha para a Copa do Mundo 2026 Trocar imagemTrocar imagem Trocar imagemTrocar imagemTrocar imagem 19 de 30 Camisa 1 do Uruguai para a Copa do Mundo 2026 • Divulgação/Nike Trocar imagemTrocar imagem 20 de 30 Camisa 1 da França para a Copa do Mundo 2026 • Divulgação/Nike Trocar imagemTrocar imagemTrocar imagem 21 de 30 Camisa 1 de Senegal para a Copa do Mundo 2026 Trocar imagemTrocar imagem Trocar imagemTrocar imagemTrocar imagem 22 de 30 Camisa 1 da Noruega para a Copa do Mundo 2026 Trocar imagemTrocar imagem 23 de 30 Camisa 1 da Argélia para a Copa do Mundo 2026 Trocar imagemTrocar imagemTrocar imagem 24 de 30 Camisa 1 da Áustria para a Copa do Mundo 2026 Trocar imagemTrocar imagem Trocar imagemTrocar imagemTrocar imagem 25 de 30 Camisa 1 de Portugal para a Copa do Mundo 2026 Trocar imagemTrocar imagem 26 de 30 Camisa 1 da Colômbia para a Copa do Mundo 2026 • Divulgação/AdidasFootball Trocar imagemTrocar imagemTrocar imagem 27 de 30 Camisa 1 da Inglaterra na Copa do Mundo de 2026 Trocar imagemTrocar imagem Trocar imagemTrocar imagemTrocar imagem 28 de 30 Camisa 1 da Croácia para a Copa do Mundo 2026 • Divulgação/Nike Trocar imagemTrocar imagem 29 de 30 Camisa 1 de Gana para a Copa do Mundo 2026 Trocar imagemTrocar imagemTrocar imagem 30 de 30 Camisa 1 da Arábia Saudita Trocar imagemTrocar imagem visualização default visualização full visualização gridAssim como nas últimas temporadas, o número de argentinos segue em evidência, este ano com 47 no total (29,4%). Fica abaixo das duas últimas temporadas, com 52 em 2025, e 48 em 2024. Na sequência desses três países, aparecem Paraguai, com 11, Equador, com 10, e Venezuela, com 5.Entre os atletas com maior destaque, de acordo com o Transfermarkt, aparecem o argentino Flaco López, do Palmeiras, com valor de mercado de 22 milhões de euros, seguido pelo uruguaio Arrascaeta, do Flamengo, e o colombiano Jhon Arias, do Palmeiras, avaliados em 15 milhões de euros cada um.“A presença de estrangeiros atuando no Campeonato Brasileiro soma para a visibilidade e qualidade técnica da liga. O Brasil reúne grandes clubes, estádios cheios, visibilidade global e um nível técnico cada vez mais alto. Nossos jovens da base também mostram que nosso talento está no DNA. Dessa forma, juntar o que já temos com mais qualidade eleva nossa competição e nosso produto a novos universos”, afirma Marcelo Teixeira, presidente do Santos.“Historicamente, o Internacional sempre foi muito receptivo com jogadores de fora do país. A proximidade geográfica e cultural com Argentina e Uruguai favorecem essa integração”, afirma Alessandro Barcellos, presidente do clube de Porto Alegre.Entre os times com mais jogadores de fora do país, a lista é encabeçada pelo Grêmio, com 14, seguido por Fluminense, com 13, Botafogo, com 12; e Athletico-PR, São Paulo, Remo e Internacional, com 10.“Nos últimos anos, o futebol brasileiro deixou de ser apenas um exportador de talentos e passou a se posicionar também como um mercado estratégico dentro da cadeia global do esporte. Hoje, os clubes estão mais organizados, as competições mais estruturadas e a exposição internacional muito maior. Isso faz com que o Brasil se torne uma vitrine atrativa para atletas de diferentes países, que enxergam aqui competitividade, visibilidade e potencial de valorização”, afirma Alexandre Frota, ex-presidente do Ceará Sporting Club e CEO da FutPro Expo, evento inédito direcionado para negócios no futebol que acontece entre os dias 7 e 9 de maio, em Fortaleza.“O Brasil voltou a ser uma vitrine atrativa. Clubes daqui têm conseguido oferecer bons contratos e uma projeção esportiva que não deixa de ser estratégica. Para muitos atletas jovens, ficar ou retornar significa jogar em alto nível, estar mais próximo da seleção e ainda garantir segurança financeira, algo que, no passado, só o futebol europeu parecia proporciona”, acrescenta Claudio Fiorito, presidente da P&P Sport Management Brasil, especializada no gerenciamento da carreira de atletas.Marcos Casseb, sócio da Roc Nation Sports Brazil, que gerencia a carreira de centenas de atletas, deixa claro que existe uma demanda real por qualidade competitiva, mas ela é amplificada pela regra que facilita a entrada de estrangeiros e pelos fatores financeiros e de visibilidade do mercado brasileiro. Leia Mais Veja seleções que disputam repescagem e podem ir à Copa pela primeira vez Repescagem mundial: entenda formato que classifica duas seleções à Copa Com base holandesa, Suriname tenta vaga inédita na Copa do Mundo “É o resultado de uma combinação de competitividade com aproveitamento de oportunidade de mercado. A busca por um campeonato mais competitivo, por títulos continentais e resultados imediatos fez com que o Brasil olhe mais para fora, e o lucro pela valorização de jogadores estrangeiros é na maioria das vezes muito maior que dos brasileiros”, explica.Para Casseb, um detalhe importante a ser colocado é a visibilidade que o Brasil fornece a esses atletas sul-americanos. Segundo ele, ao contrário das principais ligas europeias, o Brasil não é o destino final de grande parte deles.“O Brasil é, na maioria das vezes, o mercado intermediário, principalmente os que fazem sucesso por aqui. Outro fator importante é que o Brasil proporcionalmente não paga tão alto pelos jogadores sulamericanos como na Premier League, por exemplo, facilitando a venda deles. Os grandes brasileiros não tem tantos concorrentes no continente quanto os ingleses, que competem com clubes como Real Madrid, Barcelona, Bayer, PSG, entre muitos outros.”Com experiência de mais de 20 anos no mercado de transferências de atletas, Casseb também entende muitos jogadores sul-americanos alegam que atuar no Brasil é uma boa oportunidade de chegarem às suas respectivas seleções.“Eu diria que, dentro do ecossistema sulamericano, não é exagero afirmar que o Brasil hoje exerce um papel semelhante ao da Premier League em relação à Europa periférica. Ele atrai, desenvolve, expõe e vende melhor. Um exemplo é que o Brasileirão teve mais jogadores convocados na seleção do Uruguai do que a própria liga inglesa em determinado momento das Eliminatórias, mostrando que atuar no país dá relevância futebolística continental”, diz.Para Moises Assayag, especialista em finanças no esporte, especialmente nas áreas de reestruturação financeira e operacional, o futebol brasileiro passa por uma profunda e silenciosa transformação, passand a competir com o futebol europeu ao trazer alguns nomes importantes que vinham atuando no futebol europeu, liderados, é verdade, por uma parcela de clubes com maior poderio financeiro. Trocar imagemTrocar imagem 1 de 32 Camisa 2 do México para a Copa do Mundo 2026 Trocar imagemTrocar imagem 2 de 32 Camisa 2 da África do Sul para a Copa do Mundo 2026 • Divulgação/BafanaBafana Trocar imagemTrocar imagemTrocar imagem 3 de 32 Camisa 2 da Coreia do Sul para a Copa do Mundo de 2026 Trocar imagemTrocar imagem Trocar imagemTrocar imagemTrocar imagem 4 de 32 Camisa 2 do Canadá para a Copa do Mundo de 2026 • Divulgação/Nike Trocar imagemTrocar imagem 5 de 32 Camisa 2 do Catar para a Copa do Mundo de 2026 Trocar imagemTrocar imagemTrocar imagem 6 de 32 Camisa 2 da Suíça para a Copa do Mundo de 2026 Trocar imagemTrocar imagem Trocar imagemTrocar imagemTrocar imagem 7 de 32 Camisa 2 do Brasil para a Copa do Mundo de 2026 Trocar imagemTrocar imagem 8 de 32 Camisa 2 do Marrocos para a Copa do Mundo de 2026 Trocar imagemTrocar imagemTrocar imagem 9 de 32 Camisa 2 da Escócia para a Copa do Mundo de 2026 Trocar imagemTrocar imagem Trocar imagemTrocar imagemTrocar imagem 10 de 32 Camisa 2 dos Estados Unidos para a Copa do Mundo de 2026 Trocar imagemTrocar imagem 11 de 32 Camisa 2 da Alemanha para a Copa do Mundo de 2026 Trocar imagemTrocar imagemTrocar imagem 12 de 32 Camisa 2 de Curaçao para a Copa do Mundo de 2026 • Divulgação/Adidas Football Trocar imagemTrocar imagem Trocar imagemTrocar imagemTrocar imagem 13 de 32 Camisa 2 do Equador para a Copa do Mundo de 2026 Trocar imagemTrocar imagem 14 de 32 Camisa 2 do Japão para a Copa do Mundo de 2026 Trocar imagemTrocar imagemTrocar imagem 15 de 32 Camisa 2 da Bélgica para a Copa do Mundo de 2026 Trocar imagemTrocar imagem Trocar imagemTrocar imagemTrocar imagem 16 de 32 Camisa 2 da Nova Zelândia para a Copa do Mundo de 2026 Trocar imagemTrocar imagem 17 de 32 Camisa 2 da Espanha para a Copa do Mundo de 2026 Trocar imagemTrocar imagemTrocar imagem 18 de 32 Camisa 2 da Arábia Saudita para a Copa do Mundo de 2026 Trocar imagemTrocar imagem Trocar imagemTrocar imagemTrocar imagem 19 de 32 Camisa 2 de Senegal para a Copa do Mundo de 2026 • Divulgação/Puma Trocar imagemTrocar imagem 20 de 32 Camisa 2 da Noruega para a Copa do Mundo de 2026 Trocar imagemTrocar imagemTrocar imagem 21 de 32 Camisa 2 da Argentina para a Copa do Mundo de 2026 Trocar imagemTrocar imagem Trocar imagemTrocar imagemTrocar imagem 22 de 32 Camisa 2 da Argélia para a Copa do Mundo de 2026 Trocar imagemTrocar imagem 23 de 32 Camisa 2 da Áustria para a Copa do Mundo de 2026 Trocar imagemTrocar imagemTrocar imagem 24 de 32 Camisa 2 de Portugal para a Copa do Mundo de 2026 Trocar imagemTrocar imagem Trocar imagemTrocar imagemTrocar imagem 25 de 32 Camisa 2 da Inglaterra para a Copa do Mundo de 2026 Trocar imagemTrocar imagem 26 de 32 Camisa 2 de Gana para a Copa do Mundo de 2026 Trocar imagemTrocar imagemTrocar imagem 27 de 32 Camisa 2 da Austrália para a Copa do Mundo 2026 • Divulgação/Nike Trocar imagemTrocar imagem Trocar imagemTrocar imagemTrocar imagem 28 de 32 Camisa 2 da Croácia para a Copa do Mundo 2026 • Divulgação/Nike Trocar imagemTrocar imagem 29 de 32 Camisa 2 da França para a Copa do Mundo 2026 • Divulgação/Nike Trocar imagemTrocar imagemTrocar imagem 30 de 32 Camisa 2 da Holanda para a Copa do Mundo 2026 • Divulgação/Nike Trocar imagemTrocar imagem Trocar imagemTrocar imagemTrocar imagem 31 de 32 Camisa 2 do Uruguai para a Copa do Mundo 2026 • Divulgação/Nike Trocar imagemTrocar imagem 32 de 32 Camisa 2 da Colômbia visualização default visualização full visualização grid“Vem nos últimos anos em um ímpeto positivo de forte crescimento em termos de investimentos e valores movimentados. Em termos de valores de transferências de jogadores para ou dentro do mercado local, o salto acontece a partir da primeira janela de 2024. Os motivos são, principalmente, o amadurecimento das SAFs, reguladas menos de 2 anos, ou 4 janelas de transferências antes a enorme injeção de investimento das bets no mercado, que permitiu a maior profissionalização da gestão dos campeonatos em andamento, permitindo o crescimento das receitas de TV, que também contribuíram para mudar o patamar de movimentação de recursos financeiros do futebol brasileiro”, diz.Na atual janela de transferências, os clubes da elite do Campeonato Brasileiro gastaram 245 milhões de euros (R$ 1,4 bilhão) com reforços, ficando atrás apenas da sempre soberana Premier League, da Inglaterra, que até o momento desembolsou 453,1 milhões de euros em contratações, de acordo com o Transfermarkt.Abaixo do Campeonato Brasileiro, aparecem a Série A Itália (243,5 milhões de euros), MLS (186,2 mi de euros), Liga Saudita (147,7 mi de euros), Superliga Turquia (125,2 mi de euros), Bundesliga Alemanha (106,9 mi de euros), Ligue 1 França (102,1 mi de euros) e La Liga Espanha (75,5 mi de euros).Exclusivo: Ronaldo diz que Brasil não chega à Copa como grande favorito