Jogador revelado pelo Palmeiras é convocado para amistoso contra a Croácia

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O técnico da Seleção Brasileira, Carlo Ancelotti, convocou na quinta-feira (26) o zagueiro Vitor Reis, que atualmente joga no Girona, da Espanha, para o amistoso contra a Croácia, na próxima terça (31). De acordo com a entidade, o jogador revelado pelo Palmeiras se apresentará na noite desta sexta (27), nos Estados Unidos, e estará à disposição para o segundo jogo desta Data Fifa, que acontecerá em Orlando, nos Estados Unidos, às 21h – horário de Brasília -.Vitor Reis se junta aos zagueiros Bremer, Ibañez, Léo Pereira e Marquinhos. Anteriormente, Ancelotti tinha chamado cinco defensores. Porém, Gabriel Magalhães se queixou de dores no joelho direito na segunda-feira (23) e foi cortado da seleção.Após perder para a França por 2 x 1 na quinta-feira, o Brasil volta a campo na terça para encarar o carrasco da Copa de 2022: a Croácia.O técnico Carlo Ancelotti convocou nesta quinta-feira (26) o zagueiro Vitor Reis, que atua pelo Girona, da Espanha, para o amistoso com a Croácia, na próxima terça (31), em Orlando.Campeão pela Seleção Brasileira no Sul-Americano Sub-17 de 2023, Vitor Reis tem 20 anos e é um… pic.twitter.com/nzqf3GzrHI— brasil (@CBF_Futebol) March 27, 2026 O jogo contra os francesesA impressão deixada não foi das melhores no duelo contra a França. A Seleção Brasileira cometeu erros demais e foi derrotada por 2 a 1 pelos franceses, liderados pelo craque Mbappé, em amistoso em Boston, nos Estados Unidos.O camisa 10 abriu com um golaço o caminho para a vitória dos franceses, que também marcaram com Ekitiké no momento em que estavam com um jogador a menos em campo. O Brasil acordou tarde e foi à rede com Bremer.A equipe comandada por Ancelotti foi pobre ofensivamente e apresentou repertório limitado no ataque durante o teste mais importante antes da Copa do Mundo. A França, campeã do mundo em 2018 e vice em 2022, ocupa o terceiro lugar no ranking da Fifa e é uma das favoritas a brigar pela taça mais uma vez no torneio na América do Norte.O Brasil se movimentou, ensaiou algumas tentativas, sobretudo no início do primeiro tempo, mas foi superior em poucos momentos aos franceses, que exploraram os erros dos brasileiros e foram eficientes.Raphinha, Vini e Martinelli se movimentaram muito, mas pouco fizeram. Com quatro atacantes — Matheus Cunha era o outro — não houve quem pensasse o jogo, quem acelerasse ou cadenciasse quando fosse necessário. As decisões ruins no acabamento das jogadas custaram caro à Seleção Brasileira, que chutou cinco vezes e não acertou o alvo em nenhuma delas no primeiro tempo.O time treinado por Ancelotti teve de assistir a Mbappé para aprender. Lançado em velocidade, o astro do Real Madrid ensinou como se finaliza. Com um toque, cavou sobre Ederson e abriu o placar. O golaço nasceu de um erro de Casemiro, facilmente desarmado no meio de campo por Dembelé.Raphinha e Vini, de quem se espera bastante, produziram pouco. Se brilham em seus clubes na Espanha, quando vestem a camisa amarela, ou a azul da Jordan, parecem acanhados, tímidos, com medo de errar.Raphinha sentiu dores e saiu no intervalo. Seu substituto, Luiz Henrique, mostrou serviço e fez em alguns minutos mais do que a estrela do Barcelona. Foi por causa dele que a Seleção melhorou e esteve perto do empate. No entanto, Maignan defendeu o chute do atacante do Zenit, que precisou de companheiros mais inspirados para mudar o cenário do jogo no Gillette Stadium.Aumentou a esperança de que o Brasil revertesse a desvantagem quando ficou com um a mais em campo. Upamecano levou o vermelho por derrubar Matheus Cunha perto da área, em lance que precisou ser revisado pelo árbitro de vídeo.Entretanto, o panorama só piorou para os brasileiros. Com um a mais, o Brasil deixou espaços suficientes para a França aproveitar. Armada na defesa, a seleção francesa saiu de pé em pé em rápido contra-ataque para ampliar. Olise serviu Ekitiké, que tocou sobre Ederson. Nova cavadinha e novo golaço.Ancelotti fez todas as substituições disponíveis e assistiu da área técnica a uma leve melhora da Seleção, que insistiu para ao menos reduzir a desvantagem e conseguiu com Bremer. O zagueiro, posicionado como um camisa 9, cutucou para a rede após passe de Luiz Henrique, um dos poucos que se apresentou bem.Ancelotti lançou mão de João Pedro e Igor Thiago e preteriu Endrick. Com dois centroavantes, o conjunto verde e amarelo insistiu atrás do empate. Desorganizado, subiu ao ataque como dava. Mais perigoso que os próprios atacantes, Bremer virou camisa 9 e foi quem mais chegou perto de novamente marcar, em duas finalizações. Foi só o que fez o Brasil. O empate não veio.*Com informações do Estadão Conteúdo