Exército israelense lança novos ataques em larga escala contra o Irã

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O exército israelense afirmou ter lançado “uma onda de ataques em larga escala” contra Teerã nesta sexta-feira (27), visando a infraestrutura do regime iraniano.Equipes de resgate estavam empenhadas em buscar sobreviventes e prestar socorro aos feridos após os ataques noturnos a capital do Irã, informou a IRCS (Sociedade do Crescente Vermelho Iraniano) nesta sexta-feira.“Uma área residencial em Teerã foi alvo de um ataque aéreo, e as equipes operacionais do Crescente Vermelho foram imediatamente enviadas ao local e prestaram auxílio aos cidadãos afetados”, afirmou a ICRC (Cruz Vermelha Islâmica do Irã) em um comunicado.A Cruz Vermelha Indiana (IRCS) informou que civis ficaram presos sob os escombros, e um vídeo mostra equipes de resgate subindo as escadas danificadas de um prédio em busca de sobreviventes, com uma bicicleta infantil coberta de poeira visível ao fundo. Leia Mais Israel afirma ter atingido mais de 200 alvos no Irã nas últimas 24 horas Explosões atingem Teerã durante grande manifestação Guerra deixou mais de 1.750 pessoas mortas no Irã, diz mídia estatal Já a cidade iraniana de Urmia também foi bombardeada nesta madrugada. Quatro unidades residenciais foram destruídas e “vários de nossos concidadãos foram mortos e feridos”, informou a agência de notícias estatal da República Islâmica (IRNA), citando uma autoridade local.“Na manhã de sexta-feira, após uma área residencial em Urmia ter sido atingida por um ataque aéreo, equipes de ajuda humanitária chegaram ao local e estão realizando operações de busca e resgate”, disse a Cruz Vermelha em comunicado.A IRCS (Cruz Vermelha Indiana) afirma que os ataques aéreos danificaram mais de 87.000 unidades civis em todo o país desde o início da guerra, em 28 de fevereiro, das quais cerca de 66.000 são edifícios residenciais.Os ataques israelenses e americanos contra o Irã já mataram pelo menos 1.492 civis – incluindo 221 crianças – e 1.167 militares, informou na quinta-feira a agência de notícias Human Rights Activists News Agency (HRANA), sediada nos EUA, acrescentando que centenas de outras mortes ainda não foram contabilizadas.