Executivos brasileiros já se acostumaram a navegar em mares turbulentos: câmbio volátil, juros altos, incertezas políticas. Mas o conflito no Oriente Médio adiciona uma nova camada de complexidade — e talvez a mais sensível para os próximos meses: a reprecificação simultânea de energia e logística global. Não é preciso um bloqueio total do Estreito de Hormuz para sentir os efeitos. O simples aumento do risco geopolítico já pressiona petróleo, combustíveis e seguros marítimos, com impacto direto sobre custos industriais, fretes e capital de giro no Brasil. O impacto pode parecer distante, mas tende a chegar rapidamente às cadeias produtivas brasileiras, pressionando custos industriais, fretes e capital de giro ao longo dos próximos meses.Leia mais em: https://exame.com/lideres-extraordinarios/o-choque-do-golfo-e-a-nova-pressao-sobre-custos-no-brasil-energia-e-frete-no-radar-dos-ceos/