Supremo não é ponto de partida, é o ponto de chegada

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Poucas decisões revelam tanto o grau de maturidade democrática de um país quanto a escolha de seus ministros para o Supremo Tribunal Federal, não porque se trate de uma nomeação importante entre outras, mas porque ali se define, com efeitos que atravessam décadas, a qualidade da instância responsável por interpretar, em última medida, a própria Constituição.Leia mais em: https://exame.com/colunistas/supremo-nao-e-ponto-de-partida-e-o-ponto-de-chegada/