A Air New Zealand anunciou que passará a vender, ainda neste mês, lugares em beliches para passageiros da classe econômica. O serviço, batizado de Skynest, será disponibilizado em voos de longa duração e terá um custo de aproximadamente R$ 1.490 por quatro horas de uso.A iniciativa foi pensada especialmente para o voo entre Auckland e Nova York, que tem duração de 17 horas. Durante esse trajeto extenso, os passageiros terão a opção de reservar um período de descanso nas beliches instaladas a bordo, proporcionando maior conforto em comparação com os assentos convencionais da classe econômica.Para utilizar as beliches, o passageiro precisa, primeiramente, adquirir uma passagem aérea na classe econômica ou na econômica premium. Em seguida, realiza uma oferta para garantir o acesso ao Skynest. Leia Mais Natural One prevê crescimento de até 50% e estuda abertura de capital BB entra na disputa pela alta renda e inaugura sala VIP em Guarulhos Toyota deve registrar 4ª queda trimestral consecutiva no lucro O uso, no entanto, é limitado a quatro horas por passageiro. Após esse período, um comissário de bordo informa ao hóspede que é necessário desocupar o espaço para que outro passageiro possa utilizá-lo. A companhia aérea informou que os itens de cama, como travesseiro e lençol, serão trocados entre cada uso.As beliches ficam localizadas na parte traseira da aeronave, especificamente após os banheiros, a partir da fileira 30. A estrutura conta com andares, sendo necessário subir uma escada para acessar os níveis superiores.Por isso, a Air New Zealand estabeleceu uma restrição: apenas passageiros com mobilidade e capacidade motora suficientes para subir até três andares estão aptos a utilizar o serviço. As vendas começam neste mês, com os voos previstos para ter início em novembro.São Paulo perde posto de cidade mais cara para almoçar; veja ranking Os textos gerados por inteligência artificial na CNN Brasil são feitos com base nos cortes de vídeos dos jornais de sua programação. Todas as informações são apuradas e checadas por jornalistas. O texto final também passa pela revisão da equipe de jornalismo da CNN. Clique aqui para saber mais.