Braskem (BRKM5), Embraer (EMBJ3), Irani (RANI3) e outros destaques desta quinta-feira (30)

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A eleição da presidente da Petrobras para a liderança do conselho de administração da Braskem (BRKM5), os dividendos da Embraer (EMBJ3), e o balanço do primeiro trimestre de 2026 da Irani Papel e Embalagem (RANI3), são alguns dos destaques corporativos desta quinta-feira (30).Confira os destaques corporativos de hojeAcionistas da Braskem (BRKM5) elegem presidente da Petrobras (PETR4) para liderar conselho de administraçãoAcionistas Braskem (BRKM5) elegeram a presidente-executiva da Petrobras (PETR4), Magda Chambriard, como presidente do conselho de administração da petroquímica.A eleição ocorreu depois que a Petrobras assinou novo acordo de acionistas da Braskem na semana passada, após a antiga controladora da petroquímica Novonor acertar acordo com a IG4 Capital para transferência de sua participação na empresa.Além de Chambriard, também foram eleitos para compor o colegiado da petroquímica, como membros efetivos, Héctor Núñez, Olavo Bentes David, William França da Silva, Fernando Sabbi Melgarejo, Mauricio Dantas Bezerra, Lucas Cive Barbosa e Hélio Baptista Novaes.Como membros independentes, foram escolhidos Paulo Roberto Britto Guimarães, José Mauro Mettrau Carneiro da Cunha e Gesner José de Oliveira Filho.Embraer (EMBJ3) anuncia pagamento de dividendos aos acionistasA Embraer (EMBJ3) aprovou a distribuição de R$ 7,64 milhões em dividendos aos seus acionistas, mostra comunicado enviado ao mercado na noite de quarta-feira (29). O montante equivale a R$ 0,01074141828 por ação ordinária.Farão jus ao recebimento os acionistas com posição acionária na companhia em 11 de maio de 2026. As negociações ocorrerão ex-dividendos a partir do dia seguinte, 12 de maio.O pagamento dos dividendos será realizado à vista, em moeda corrente nacional, em 20 de maio de 2026.Na data do pagamento, a companhia creditará os dividendos devidos a cada acionista, conforme o número de ações de sua titularidade na data de corte, de acordo com o domicílio bancário fornecido ao BTG Pactual.O valor por ação a ser pago pode sofrer pequena variação em decorrência do programa de recompra de ações de emissão da companhia em vigor.Lucro da Irani (RANI3) encolhe 68,1% no 1T26, a R$ 19,4 milhõesA Irani Papel e Embalagem (RANI3) reportou lucro líquido de R$ 19,4 milhões no primeiro trimestre de 2026 (1T26), uma contração de 68,1% na comparação com o mesmo período em 2025, mostra relatório de resultados divulgado nesta quinta-feira (30).A cifra veio bem abaixo da expectativa do mercado. Consenso reunido pela Bloomberg apontava para lucro de R$ 44 milhões no período de janeiro a março.O Ebitda (lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização) ajustado da companhia, que mede o desempenho operacional, totalizou R$ 113,5 milhões no período, queda de 16,7% ante um ano antes. A margem Ebitda ajustada caiu 4,5 pontos percentuais, para 27,7% no 1T26.A receita líquida de vendas da Irani foi de R$ 409,8 milhões, queda de 3,1% na comparação com o primeiro trimestre de 2025.Do total de receita, R$ 371,2 milhões veio do mercado interno, que sofreu com uma contração de 2,4% na comparação anual. Outros R$ 38,5 milhões são do mercado externo, que recuou 10%.Multiplan (MULT3) fecha 1º trimestre com lucro de R$ 316 milhõesA operadora de shopping centers e empreendimentos imobiliários Multiplan (MULT3) teve lucro líquido de R$ 316,14 milhões no primeiro trimestre, crescimento de 35% na comparação com o mesmo período do ano passado, segundo balanço divulgado na quarta-feira (29).A empresa teve um resultado operacional medido pelo lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização (Ebitda) de R$ 516,48 milhões de janeiro ao final de março, alta de 29% sobre o mesmo período de 2025.A média de previsões de analistas do setor compilada pela LSEG apontava para lucro líquido de R$ 234,4 milhões e Ebitda de R$ 463,2 milhões.A receita operacional líquida sob o indicador NOI — importante na avaliação do desempenho de um shopping — somou R$ 477,2 milhões ante R$ 465,4 milhões no primeiro trimestre de 2025.Nubank (ROXO34) e Mercado Livre (MELI34) entram em lista de companhias mais influentes do setor financeiroNubank (NU;ROXO34) e Mercado Livre (MELI34), que possuem forte atuação na região da América Latina, estão entre as empresas mais influentes do setor financeiro em 2026, segundo a primeira edição do ranking TIME100 Companies: Industry Leaders, divulgado pela TIME.A nova lista destaca companhias que vêm redefinindo padrões em seus segmentos ao redor do mundo. Ao todo, a iniciativa reúne 20 rankings setoriais, contemplando 200 empresas reconhecidas por sua influência em diferentes indústrias.A presença de “NU e MELI” reflete o avanço de modelos digitais na oferta de serviços financeiros fora de bancos tradicionais, especialmente em uma região historicamente marcada pela baixa inclusão bancária.Iguatemi (IGTI11) anuncia investimentos de até R$ 600 milhões e confirma dividendos milionários para 2026A operadora de shopping centers Iguatemi (IGTI11) anunciou na quarta-feira (29) a previsão de investimento total em 2026 e 2027 entre R$ 450 milhões e R$ 600 milhões, segundo fato relevante divulgado ao mercado.A companhia afirmou que o “alvo central” da projeção é de R$ 550 milhões e que a estimativa reflete “o avanço do seu “pipeline de expansão e os investimentos de manutenção” já informados.A Iguatemi ainda afirmou que estima pagar em 2026 R$ 200 milhões em dividendos, montante já declarado em dezembro.Duas parcelas da remuneração já foram pagas e as próximas duas ocorrerão em 29 de julho e 29 de outubro.CPFL Energia (CPFE3) e Taesa (TAEE11) pagam quase R$ 5 bilhões em dividendosA CPFL Energia (CPFE3) confirmou a aprovação de R$ 4,299 bilhões em dividendos referentes ao exercício de 2025 e a Taesa (TAEE11) aprovou R$ 310,1 milhões em proventos.No caso da CPFL, o montante corresponde a R$ 3,73 por ação ordinária. O valor já havia sido antecipado ao mercado no mês passado, junto à divulgação dos resultados do quarto trimestre de 2025 (4T25), e agora ganha caráter definitivo com o aval dos acionistas.Terão direito ao pagamento os investidores com posição acionária nesta quarta-feira (29). A partir de quinta-feira (30), os papéis passam a ser negociados na condição de “ex-dividendos”.Segundo a CPFL, o pagamento dos dividendos será realizado até 31 de dezembro de 2026, em uma ou mais parcelas, com datas específicas ainda a serem informadas.A Taesa tem R$ 310,1 milhões ainda a serem distribuídos. Esse valor corresponde a R$ 0,303 por ação ordinária e R$ 0,909 por unit.Dentro desse montante, R$ 52,9 milhões referem-se a dividendos mínimos obrigatórios remanescentes, enquanto R$ 260,2 milhões dizem respeito a dividendos adicionais.Assim como no caso da CPFL, terão direito aos proventos da Taesa os investidores que encerraram o pregão de hoje com os papéis em carteira. A partir de amanhã, as ações passam a ser negociadas “ex-dividendos”.O pagamento, porém, já tem data definida: será realizado em 27 de maio.Melnick (MELK3) pagará R$ 20,3 milhões em dividendosA Melnick (MELK3) informou na quarta-feira (29) que aprovou o pagamento de R$ 20,3 milhões em dividendos complementares aos acionistas, referentes ao exercício de 2025.O valor corresponde a R$ 0,10037 por ação ordinária, considerando a base acionária atual e excluindo as ações em tesouraria.Terão direito ao pagamento os investidores com posição em 29 de abril de 2026. A partir de 30 de abril, os papéis passam a ser negociados ex-dividendos.Os dividendos serão pagos até 31 de dezembro de 2026, em data ainda a ser definida pela companhia, e não terão correção monetária.Segundo a empresa, os proventos complementares fazem parte do total de R$ 94,1 milhões aprovados para distribuição, dos quais R$ 73,8 milhões já foram pagos anteriormente na forma de dividendos intercalares ao longo de 2025.Motiva (MOTV3) tem lucro ajustado de R$ 627 milhões no 1º trimestreA Motiva (MOTV3) teve lucro líquido ajustado de R$ 627 milhões no primeiro trimestre, crescimento de 16,3% sobre o desempenho apurado um ano antes, segundo dados divulgados na quarta-feira (29) pela companhia de concessões de infraestrutura de transporte.A empresa apurou um resultado operacional medido pelo Ebitda ajustado de R$ 2,24 bilhões no período, expansão de 9,3% ante o primeiro trimestre do ano passado. A margem cresceu 2,2 pontos, para 67,3%.Analistas, em média, esperavam lucro líquido de R$ 549,8 milhões para a Motiva no primeiro trimestre, com Ebitda de R$ 2,56 bilhões, segundo dados compilados pela LSEG.A companhia afirmou que a melhoria no resultado veio com o processo de otimização de portfólio de ativos ocorrido nos últimos meses, com entrada de novos projetos que incluem rodovias em São Paulo e no Paraná e repactuação do contrato da BR-163, no Mato Grosso do Sul.Kora Saúde chega em acordo com credores para reestruturação de dívidasA Kora Saúde anunciou ao mercado, na noite de quarta-feira (29), que chegou a um acordo com seus principais credores para um plano de recuperação extrajudicial com a reestruturação de dívidas que resultará na adequação do passivo de curto e médio prazo da companhia.De acordo com a companhia, a iniciativa representa um passo estratégico decisivo para consolidar a solidez do grupo e assegurar condições para que continue cumprindo sua missão de oferecer serviços de saúde de alta complexidade à população brasileira.“Adicionalmente, a companhia informa que, em paralelo ao plano de recuperação extrajudicial, mantém tratativas avançadas com credores titulares de obrigações não abrangidas por referido plano, com vistas à renegociação dos respectivos passivos e ao contínuo aprimoramento de sua estrutura de capital”, diz o documento.No ano passado, a Kora teve seu registro de companhia aberta convertido categoria “A” para categoria “B”. As ações de emissão da companhia deixaram de ser negociadas na B3. A HIG Capital, controladora da Kora Saúde protocolou uma oferta pública de ações (OPA) para fechar o capital da companhia.*Com informações da Reuters