Henrique Fogaça exalta lado pai e ressalta importância do óleo da cannabis

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Henrique Fogaça é um dos protagonistas do “Masterchef Brasil” desde o primeiro programa, exibido em 2014, e sempre foi um jurado temido pelos participantes do programa. As dezenas de tatuagens espalhadas pelo corpo, a voz rouca e grave e o jeito mais “marrento” no reality show podem trazer uma imagem de um homem durão, mas que escondem alguém de coração mole, como ele mesmo pontua.Aos 51 anos, ele acumula as funções de empresário, chef de cozinha, músico, escritor e marido, mas a que dá mais prazer a ele, sem dúvida, é ser pai de Olívia, João e Maria Letícia, com quem compartilha várias fotos nas redes sociais. À CNN, ele conta que se desdobra para ser um pai presente, mesmo em meio a diversos compromissos na rotina.“Com os meus filhos, o que eu mais gosto é estar junto, seja em um passeio, em uma viagem ou em casa. Esses momentos simples valem mais que qualquer coisa. Eles me ensinam muito sobre paciência, amor e força. Não tem nada melhor do que vê-los bem, felizes e com saúde”, descreve o chef, que é casado Carina Ludvic. Leia mais Após polêmica com Paola Carosella, mulher de Fogaça se declara ao chef MasterChef Brasil: saiba quem está na final do reality show Paola Carosella abre o jogo sobre boatos de romance com Fogaça Olívia, que tem 18 anos, nasceu com uma síndrome rara ainda não identificada, que lhe causa limitações motoras e impedimento de andar e falar. O jurado do “Masterchef”, então, buscou diversas alternativas para solucionar as convulsões frequentes, até seis vezes ao dia, quadro que mudou completamente desde que ela iniciou o tratamento com o uso medicinal do óleo de canabidiol.Desde então, Fogaça tem se empenhado em divulgar os benefícios da cannabis medicinal, que mudou a vida da filha. Ele diz à CNN que este foi um divisor de águas e que o uso da cannabis medicinal reduziu drasticamente essas crises.“A qualidade de vida dela melhorou muito, ela ficou mais tranquila, mais presente. Eu sei que ainda existe preconceito, mas é falta de informação. Quando usado com orientação médica, é um tratamento sério e eficiente. Por isso, falo abertamente sobre o tema: para quebrar tabu e abrir espaço para mais famílias terem acesso.”Já sobre os desafios de ter uma filha PCD, o chef de cozinha destaca que cada dia é uma nova adversidade, então é preciso ter muita dedicação.“O desafio é desde cuidados básicos até questões de saúde mais complexas. Exige atenção, adaptação e muita dedicação. Mas os melhores momentos superam tudo: um sorriso dela, um progresso no tratamento, um olhar de cumplicidade… isso não tem preço”, comemora.Cannabis medicinal: o que é, para que serve e benefícios