As nações afetadas pelo aumento de tarifas impostas pelos Estados Unidos têm adotado diferentes abordagens para lidar com a situação, revelando um cenário complexo no comércio internacional. Enquanto alguns países optam pela retaliação direta, outros buscam negociações diplomáticas, com resultados variados. A análise é de Américo Martins no CNN Novo Dia.China demonstra maior resistênciaO país asiático tem se destacado como o caso mais bem-sucedido na resposta às pressões americanas. Diante da ameaça de tarifas de 145% sobre produtos chineses, a China contra-atacou com promessas de sobretaxas superiores a 100% para importações americanas. Esta postura levou os EUA à mesa de negociações, com ambos os países concordando em estender as discussões por mais três meses. Mesmo assim, os produtos chineses ainda enfrentam tarifas de 30%. Fim de uma era: "Taxa da blusinha" afeta americanos e comércio global Crise do Pix e fraudes: governo encontra chance de reagir e apertar regras Reação a EUA foi discutida com Lula em dia de reunião ministerial Tentativas frustradas de diálogoA Índia, sob a liderança de Narendra Modi, apostou em uma estratégia conciliatória. Modi visitou a Casa Branca, prometeu aumentar a compra de armamentos, petróleo e outros produtos americanos. No entanto, essa abordagem não impediu que os EUA impusessem tarifas de 50% sobre produtos indianos.O Canadá, tradicional aliado dos Estados Unidos, inicialmente anunciou retaliações, mas recentemente recuou dessa posição como gesto para facilitar negociações. A União Europeia, por sua vez, conseguiu reduzir as tarifas ameaçadas de 30% para 15%, ainda significativamente maior que os 2% anteriormente praticados.Os resultados mostram que mesmo as maiores economias mundiais enfrentam dificuldades para resistir às pressões americanas. As medidas têm gerado impactos negativos inclusive na própria economia dos EUA, com sinais de aumento da inflação e deterioração das relações com aliados históricos. Os textos gerados por inteligência artificial na CNN Brasil são feitos com base nos cortes de vídeos dos jornais de sua programação. Todas as informações são apuradas e checadas por jornalistas. O texto final também passa pela revisão da equipe de jornalismo da CNN. Clique aqui para saber mais.