O Ibovespa (IBOV) renovou o recorde intradia pela terceira sessão consecutiva nos primeiros minutos do pregão desta sexta-feira (10), ao superar os 196 mil pontos pela primeira vez. Na máxima nominal histórica, o principal índice da bolsa brasileira alcançou os 197.118,76 pontos (+1,02%), por volta de 10h50 (horário de Brasília). new TradingView.MediumWidget( { "customer": "moneytimescombr", "symbols": [ [ "IBOV", "IBOV" ] ], "chartOnly": false, "width": "100%", "height": "300", "locale": "br", "colorTheme": "light", "autosize": false, "showVolume": false, "hideDateRanges": false, "hideMarketStatus": false, "hideSymbolLogo": false, "scalePosition": "right", "scaleMode": "Normal", "fontFamily": "-apple-system, BlinkMacSystemFont, Trebuchet MS, Roboto, Ubuntu, sans-serif", "fontSize": "10", "noTimeScale": false, "valuesTracking": "1", "changeMode": "price-and-percent", "chartType": "line", "container_id": "e4bf0ac"} ); Para a equipe de análise técnica do Itaú BBA, a forte valorização recente abriu caminho para o Ibovespa atingir os 200 mil pontos no curto prazo. Já sob olhar de médio prazo, o próximo objetivo é os 250 mil pontos. Mas para isso acontecer ainda é preciso o avanço dos índices setoriais. “No Brasil, temos o Ibovespa em máxima histórica impulsionado pela valorização das ações da Petrobras (PETR3; PETR4) ao longo de março e abril, e do, outro lado, os demais índices setoriais que entraram em alta no último pregão, mas ainda não ultrapassaram suas máximas de 2026″, escreveram os analistas Fábio Perina e Lucas Piza em relatório divulgado nesta manhã. “Para termos um mercado como um todo livre para subir, esperaremos a renovação da máxima do ano em 2026 para os demais índices”, acrescentaram. Do lado da baixa, o Ibovespa encontra suportes em 188.100, 184.300 e 179.800 pontos. Se perder essa região, o índice sairá da tendência de alta.