Pesquisa BTG Pactual/Nexus: Economia piorou com atual governo Lula, avaliam eleitores

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Os eleitores consideram que a economia piorou durante o terceiro mandato do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) em relação ao governo anterior, segundo .evantamento do BTG Pactual em parceria com a Nexus, divulgado nesta segunda-feira (27).Segundo os dados, 42% dos entrevistados avaliam que a economia brasileira está muito pior ou um pouco pior, ante 39% que avaliam muito melhor ou um pouco melhor. Já 14% acreditam que a situação econômica permanece igual. A maior parte dos eleitores que enxergam a economia do país como melhor ou igual em relação ao governo anterior pretende votar em Lula no primeiro turno, com 73% e 39% de intenção de voto, respectivamente nas avaliações.Em seguida, Flávio Bolsonaro (PL/RJ), com 13% e 16% nas mesmas categorias. Já entre os brasileiros que apontam uma piora na economia, o senador lidera com 66% do eleitorado, ante 11% do petista.Para um possível segundo turno entre Lula e Flávio, o cenário se repete, com 81% dos eleitores que acreditam em uma melhora econômica e 47% que apontam uma manutenção da economia votando no atual presidente. Nessas categorias Flávio apresenta 16% e 26% das intenções de voto, respectivamente. Para os eleitores que afirmam a piora na economia, 80% pretendem votar em Flávio, ante 14% de Lula.Além dos dados eleitorais, a pesquisa apontou que 35% dos brasileiros afirmam possuir dívidas e/ou compromissos financeiros, mas não estão atrasados. Desses, 37% votariam em Flávio Bolsonaro no primeiro turno e 35% apostariam em Lula. Já entre os eleitores que possuem dívidas e/ou compromissos financeiros atrasados há mais de 30 dias (24%), 41% votam no atual presidente, ante 37% do senador. Para aqueles que afirmam não ter dívidas (41%), Lula lidera com 46% e Flávio em seguida com 35%.MetodologiaA pesquisa foi realizada por telefone com eleitores maiores de 16 anos. Foram entrevistadas 2.028 pessoas entre sexta-feira (24) e domingo (26) nos 26 estados e no Distrito Federal. A margem de erro é de 2 pontos porcentuais para mais ou para menos, um índice de confiança de 95% e a pesquisa foi tem o registro BR-01075/2026 no Tribunal Superior Eleitoral (TSE).*Com supervisão de Juliana Américo