O alvo e o motivo do tiroteio da noite do último sábado (25) seguem incertos, mas não é a primeira vez que uma pessoa é presa por tentativa de ataque à tiros próximo ao presidente dos Estados Unidos Donald Trump.Em julho de 2024, um atirador disparou múltiplos tiros em Trump durante um comício em Butler, na Pensilvânia, incluindo um que o presidente afirma ter raspado sua orelha. O atirador, Thomas Matthew Crooks, subiu ao telhado de um edifício comercial localizado aproximadamente a 150 metros ao norte do palco do comício para conduzir o ataque. Segundo autoridades policiais, ele foi morto pelo Serviço Secreto dos Estados Unidos após o atentado. Trump foi retirado rapidamente do palco para um local seguro com sangue em seu rosto. Leia Mais Veja momento em que JD Vance é retirado de jantar após ataque a tiros Trump diz que tiroteio "jamais aconteceria" em novo salão na Casa Branca Suspeito de ataque em jantar com Trump disparou alguns tiros Apenas dois meses depois, em setembro de 2024, um agente do Serviço Secreto norte-americano avistou parte de uma arma de fogo saindo de uma cerca no clube de golfe de Donald Trump na Flórida. Trump praticava o esporte no local naquele momento, disse uma fonte familiarizada com a situação à CNN Internacional. Após disparos de agentes na direção do suspeito, Ryan Routh, que se escondia em moitas, fugiu de carro e foi detido em uma rodovia. Routh foi condenado à prisão perpétua por diversas acusações, incluindo tentativa de assassinato de um candidato à presidência.Atirador em jantar de Trump: Correspondente da CNN conta detalhes de incidente | CNN BRASIL