Trump diz que suspeito de disparos em jantar escreveu um manifesto tinha ódio de critãos

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O presidente americano, Donald Trump, afirmou neste domingo (26) que o suspeito armado, que tentou invadir um jantar de gala ao qual o presidente compareceu, escreveu um manifesto anticristão. “Esse cara é um doente”, disse Trump à Fox News. “Quando você lê o manifesto dele, vê que ele odeia os cristãos”. “A irmã ou o irmão dele estava reclamando disso. Eles chegaram até a reclamar com as autoridades policiais. Ele era um sujeito muito perturbado”, acrescentou.No sábado (25), em coletiva após o ataque Trump disse que Allen é “um indivíduo doente”, além de classificá-lo como ‘lobo solitário’. “Não é a primeira vez, nestes últimos anos, que nossa República é atacada por um assassino em potencial que queria matar”, reagiu o republicano.Cole Tomas Allen, um morador da Califórnia que estava hospedado no Washington Hilton, local onde era realizado o evento da Associação de Correspondentes – uum jantar com imprensa – abriu fogo no local. Segundo a CBS News, Allen disse às autoridades que tinha como alvo o próprio Trump.De acordo com a polícia local, ele portava armas e facas. Allen, que foi detido ainda ontem no hotel, está recebendo tratamento hospitalar e deve ser formalmente acusado na segunda-feira (27). Segundo a promotoria federal, ele será acusado de usar uma arma de fogo durante um crime violento e de agredir um agente federal utilizando uma arma perigosa. O suspeito trocou tiros com agentes do Serviço Secreto, mas não ficou ferido.Cole tinha como alvo funcionários do governo Cole Tomas Allen, suspeito de abrir fogo em evento com Trump e jornalistas │Reprodução/TruthSocial/DonaldTrumpAllen parecia ter como alvo membros do governo, disse o procurador-geral dos EUA. Uma informação “muito preliminar” levou os investigadores a acreditar que o homem “tinha como alvo membros do governo”, declarou o procurador-geral interino Todd Blanche à emissora CBS.O suspeito, que se acredita ter viajado de Los Angeles para Washington de trem, passando por Chicago, “não está cooperando ativamente” com a investigação, acrescentou.A porta-voz da Casa Branca afirmou que Allen queria matar Trump e muitos oficiais da administração do governo.  Trump foi alvo de uma tentativa de assassinato durante um comício eleitoral em Butler, Pensilvânia, em 2024. Alguns meses depois, outro homem foi detido após um agente do Serviço Secreto ter visto o cano de um fuzil saindo de arbustos no perímetro do campo de golpe de West Palm Beach, onde Trump estava jogando.What was supposed to be a fun night at the @WHCA dinner with President Trump delivering jokes and celebrating free speech was hijacked by a depraved crazy person who sought to assassinate the President and kill as many top Trump administration officials as possible.I was with…— Karoline Leavitt (@PressSec) April 26, 2026Ataque no hotel O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, foi retirado de um jantar para a imprensa em Washington após ataque a tiros. O evento é anual e acontece no Hotel Washington Hilton, onde o jantar é feito para os jornalistas correspondentes da Casa Branca. Era a primeira vez que Trump participava do encontro como presidente dos EUA.Além de Trump, o vice-presidente, J.D. Vance e a primeira-dama, Melania Trump, também foram retirados do local por agentes do Serviço Secreto. Altos estrondos foram ouvidos e os convidados do jantar de gala da Associação de Correspondentes da Casa Branca correram para se esconder debaixo das mesas.Segundo apurou a Jovem Pan, Donald Trump planejava discursar por 40 minutos no evento que contava com mais de 400 jornalistas.Ataque contra presidente dos Estados Unidos já foi registrado no Washigton Hilton. Foi ao sair deste mesmo hotel, em 30 de março de 1981, que o então presidente Ronald Reagan sofreu um atentado a tiros.*Com informações da AFP