A nova ofensiva das montadoras chinesas no Brasil voltou ao radar dos investidores, mas, ao contrário da primeira, essa segunda fase tende a ser mais previsível e menos disruptiva — reduzindo o risco de revisões negativas para as estimativas de lucro, especialmente no caso da Localiza (RENT3), de acordo com o BTG Pactual (do mesmo grupo de controle da EXAME).Leia mais em: https://exame.com/invest/mercados/btg-ve-segunda-onda-de-carros-chineses-mas-mantem-compra-para-localiza/