Os contratos de mini-índice (WINM26) encerraram a última sessão (27/04) em queda de 0,90%, aos 192.755 pontos, marcando a quarta baixa consecutiva e reforçando o fluxo vendedor no curto prazo. O Ibovespa aprofundou o movimento de baixa e encerrou aos 189.578 pontos, registrando a quarta queda consecutiva em um ambiente de elevada incerteza no cenário externo. No exterior, os mercados operaram de forma mista, ainda sem definição clara sobre o conflito no Oriente Médio, enquanto o petróleo voltou a subir diante da paralisação no Estreito de Ormuz, mantendo o viés de cautela global.No Brasil, a pressão veio principalmente da queda generalizada dos bancos e da fraqueza de Vale (VALE3), mesmo com desempenho positivo pontual de Petrobras (PETR3; PETR4). Para o trader de mini-índice, o cenário reforça a continuidade do viés corretivo no curto prazo, com volatilidade elevada e atenção total à agenda econômica — especialmente IPCA-15 e decisões de juros do Copom e do Fed — que podem destravar movimentos mais fortes no mercado.Top Traders InfoMoney lista os 20 principais destaques do trading brasileiroLeia tambémMinidólar (WDOK26) segue pressionado; o que esperar hoje?Saiba o que esperar para o minidólar nesta terça (28)Day Trade hoje (28): Ibovespa segue pressionado; ainda há chance de alta?Confira os pontos de suporte e resistência do mini-índice e minidólarAnálise do gráfico de 15 minutosNo gráfico de 15 minutos, observo que, apesar de alguma tentativa de sustentação intraday, o mini-índice encerrou novamente no negativo, refletindo a continuidade da pressão vendedora.Para manutenção da baixa, será necessário o rompimento da região de suporte em 192.600/192.100. Caso essa faixa seja perdida, o fluxo vendedor tende a ganhar força, com alvos em 191.160/190.715 e, em extensão, na região de 190.615/189.950.Por outro lado, para uma reação mais consistente, será fundamental superar a resistência em 193.085/193.245. Acima dessa faixa, vejo espaço para recuperação até 193.850/194.440, com projeção mais longa em 194.920/195.245.No gráfico diário, observo a consolidação de um movimento corretivo mais amplo, com o índice acumulando quatro sessões consecutivas de queda e negociando abaixo das médias de 9 e 21 períodos. Esse comportamento reforça o ganho de força do fluxo vendedor. Para retomada da alta, será necessário romper a região de 195.430/197.260, mirando 200.785/203.835. Já a perda de 192.600/190.315 pode intensificar a correção, abrindo espaço para quedas até 186.600/185.820. O IFR (14), em 44,93, segue em região neutra, sem sinais de sobrevenda ainda.Fonte: Nelogica. Gráfico 15 minutos. Elaboração Rodrigo PazSaiba mais:Volatilidade muda a dinâmica do mercado e exige nova postura do traderHFT domina o day trade? Entenda por que você não compete com robôsB3 (B3SA3) amplia horário de futuros de cripto e ouro até as 20h a partir desta 2ªWINM26: Gráfico de 60 minutosNo gráfico de 60 minutos, observo que o mini-índice mantém a estrutura de baixa, operando abaixo das médias de 9 e 21 períodos, o que reforça a continuidade do movimento corretivo.Para seguir com o fluxo vendedor, será necessário romper a região de suporte em 192.600/191.160. Caso isso ocorra, o ativo pode buscar 190.315/189.825, com alvos mais longos em 188.600/187.610.Por outro lado, a retomada do fluxo comprador depende da superação da resistência em 193.850/195.245. Se essa faixa for rompida, o índice pode ganhar fôlego para buscar 196.190/197.040, com projeções mais longas em 198.935/200.785.Fonte: Nelogica. Gráfico 60 minutos. Elaboração Rodrigo Paz(Rodrigo Paz é analista técnico)Guias de análise técnica:O que é uma linha de tendência na análise gráfica?O que são médias móveis e como usá-la para estratégia de TradeIFR: O que é o índice de força relativa?Bandas de Bollinger: como usar e interpretar?Como o MACD pode identificar e interpretar tendências do mercado?Confira mais conteúdos sobre análise técnica no IM Trader. Diariamente, o InfoMoney publica o que esperar dos minicontratos de dólar e índice. The post Mini-índice (WINM26) segue pressionado; veja níveis do dia appeared first on InfoMoney.