Cosan (CSAN3), Brava Energia (BRAV3), Gerdau (GGBR4) e outros destaques desta terça-feira (28)

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A oferta pública inicial de ações (IPO, na sigla em inglês) da Compass, empresa da Cosan (CSAN3), a transação da Brava Energia (BRAV3) com a Petrobras (PETR4) e os resultados referentes ao primeiro trimestre de 2026 da Gerdau (GGBR4), são alguns dos destaques corporativos desta terça-feira (28).Confira os destaques corporativos de hojeIPO à vista: Compass, empresa da Cosan (CSAN3), anuncia oferta de R$ 2,5 bilhõesO grupo Compass Gás e Energia anunciou na madrugada desta terça-feira (28) uma oferta pública inicial de ações (IPO, na sigla em inglês) de cerca de 89,3 milhões de papéis.De acordo com um comunicado do grupo, que pertence ao conglomerado Cosan (CSAN3), o preço por ação será entre R$ 28 e R$ 35, resultando em uma base de R$ 2,5 bilhões considerando o valor mínimo.A precificação do IPO será anunciada no dia 7 de maio, após conclusão do procedimento de bookbuilding.O grupo acrescentou que a oferta será 100% secundária, tendo como acionistas vendedores a Cosan, veículos da Atmos, o banco Bradesco, veículos da Brasil Capital e o grupo Bússola.O grupo também informou que aprovou a cisão parcial da Cosan Dez Participações com incorporação de acervo cindido da Cosan Dez pela Compass.Segundo fato relevante enviado ao mercado na madrugada desta terça-feira (28), o acervo cindido é composto por 142,8 milhões de ações da subsidiária do conglomerado Cosan, representando 20% do capital social da Compass.Brava Energia (BRAV3) anuncia venda de participação na unitização de Jubarte para a Petrobras (PETR4)A Brava Energia (BRAV3) informou ao mercado que firmou acordo com a Petrobras (PETR4) para venda de 100% de uma porção do ring-fence do Campo de Argonauta (Concessão BC-10), localizado na Bacia de Campos e detido pelo consórcio do qual fazem parte a Shell, ONGC e a Brava. O valor da operação envolve R$ 700 milhões e US$ 150 milhões.A porção que será vendida se refere a área do Campo que detém 0,86% da jazida compartilhada do pré-sal de Jubarte, relacionada ao acordo de individualização da produção vigente desde 1º de agosto de 2025.O pagamento do valor ocorrerá em três parcelas, de acordo com a Brava:A 1ª parcela será no valor de R$ 100 milhões, no fechamento da operação;A 2ª parcela será de R$ 600 milhões, com pagamento marcado para 15 de janeiro de 2027 ou no fechamento da operação, valendo o que ocorrer mais tarde;Por fim, a 3ª parcela será de US$ 150 milhões, dois anos após o fechamento da operação.“Os valores estão sujeitos a ajustes de preço definidos no contrato. A companhia fará jus ao valor relativo à sua participação no consórcio, correspondente à 23% sobre o valor total da transação”, pontua o comunicado da Brava Energia.Small cap da bolsa adianta pagamento de dividendosUma small cap da B3, a Brava Energia (BRAV3), informou ao mercado a antecipação do pagamento de R$ 57,4 milhões em dividendos aprovados na última semana. O pagamento ocorrerá na próxima quinta-feira, 30 de abril de 2026.O valor por ação é de R$ 0,12360222942 e farão jus ao recebimento os acionistas com posição acionária na companhia em 21 de abril de 2026, dessa maneira, desde o dia 22 de abril as negociações ocorrem ex-direito aos dividendos.Os valores serão creditados conforme a forma de custódia das ações. Investidores com papéis registrados no escriturador receberão os dividendos diretamente nas contas bancárias cadastradas, enquanto aqueles com ativos em corretoras seguirão os procedimentos de suas respectivas instituições.Gerdau (GGBR4): Lucro cresce 34% na base anual e companhia anuncia dividendosA Gerdau (GGBR4) registrou lucro líquido ajustado de R$ 1 bilhão no primeiro trimestre de 2026, alta de 33,8% em relação ao mesmo período do ano passado, e anunciou a distribuição de R$ 106 milhões em dividendos.A receita líquida somou R$ 16,7 bilhões, queda de 3,8% na comparação anual, enquanto o Ebitda (lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização, na sigla em inglês) ajustado atingiu R$ 3 bilhões, avanço de 23,3%, com margem de 17,7%.O desempenho operacional, segundo a companhia, foi sustentado principalmente pela América do Norte, que representou 75% do Ebitda ajustado consolidado no trimestre.“O primeiro trimestre transcorreu em um cenário global volátil e desafiador, marcado por tensões geopolíticas que impactaram os mercados de commodities e as cadeias globais de suprimentos”, afirmou a Gerdau. “Mesmo nesse contexto, registramos um Ebitda ajustado consolidado de R$ 3 bilhões no trimestre, com recuperação sequencial em todas as operações da companhia”, completou no documento publicado na noite de segunda-feira (27).Assaí (ASAI3) tem queda de 47% no lucro no 1T26, a R$ 86 milhõesA rede de atacarejo Assaí (ASAI3) teve lucro líquido de R$ 86 milhões no primeiro trimestre, queda de 46,7% sobre o resultado obtido um ano antes, segundo balanço divulgado na segunda-feira (27).A companhia teve resultado operacional medido pelo Ebitda ajustado de R$ 1,025 bilhão, praticamente estável sobre o desempenho do primeiro trimestre do ano passado.A empresa apurou receita líquida de R$ 18,64 bilhões de janeiro ao final de março, praticamente estável antes os três primeiros meses de 2025.Analistas, em média, esperavam que o Assaí mostrasse Ebitda de R$1,39 bilhão e receita líquida de R$18,95 bilhões, segundo dados recolhidos pela LSEG.A companhia afirmou que, incluídos novos créditos de PIS/Cofins, o lucro líquido do primeiro trimestre foi de R$367 milhões.Engie Brasil (EGIE3) contrata assessoria para avaliar transferência de participação da Jirau EnergiaA Engie Brasil Energia (EGIE3) informou ao mercado a contratação de uma assessoria financeira para conduzir estudos sobre qual a melhor estrutura para uma possível transferência de 40% do capital social da Jirau Energia para a companhia, mostra fato relevante divulgado na noite de segunda-feira (27).Atualmente, essa fatia pertence à Engie Brasil Participações (EBP), a acionista controladora da companhia. Dessa maneira, a Engie avalia junto com o Comitê Especial Independente para Transações com Partes Relacionadas o melhor caminho para a operação.No entanto, até o momento, não há decisão tomada sobre o assunto e nem definição dos termos e condições, que permanecem sujeitos à conclusão de análises internas, aprovações societárias aplicáveis e condições de mercado.A Engie Brasil sinalizou em dezembro de 2025 a intenção de sua controladora de transferir todas as ações que detém da Jirau para a companhia.A Jirau é uma companhia do setor elétrico focada em geração e comercialização de energia, titular daconcessão da Usina Hidrelétrica Jirau, localizada no rio Madeira, no Estado de Rondônia, com 3.750 MW de capacidade instalada.Cogna (COGN3) aprova R$ 28,6 milhões em dividendosA Cogna Educação (COGN3) aprovou, em Assembleia Geral Ordinária realizada nesta segunda-feira (27), o pagamento de dividendos mínimos obrigatórios referentes a 2025.O valor total é de cerca de R$ 28,6 milhões, equivalente a R$ 0,0143 por ação.O pagamento será feito em parcela única no dia 29 de maio de 2026, sem correção ou juros.Terão direito aos dividendos os acionistas com posição acionária ao fim do dia 27 de abril de 2026. A partir de 28 de abril, as ações passam a ser negociadas ex-dividendos.Os valores serão creditados conforme os dados bancários informados ao escriturador, a Itaú Corretora de Valores. Investidores com cadastro incompleto precisarão atualizar as informações para receber.Sabesp (SBSP3) propõe desdobramento de ações na proporção de 1 para 5A Sabesp (SBSP3) anunciou que irá submeter à aprovação, em Assembleia Geral Extraordinária marcada para esta terça-feira (28), uma proposta de desdobramento de ações ordinárias na proporção de 1 para 5.Caso a proposta seja aprovada, cada ação ordinária passará a representar cinco ações, sem qualquer alteração no valor do capital social da empresa.No mercado brasileiro, as ações negociadas na B3 terão como data-base o dia 28 de abril de 2026, garantindo o direito ao desdobramento aos investidores com posição acionária nessa data. A partir de 29 de abril, os papéis passam a ser negociados já na condição “ex-desdobramento”.O crédito das novas ações será realizado em 30 de abril, por meio da instituição escrituradora Itaú Unibanco, e estará refletido nas posições dos investidores na abertura do mercado de 4 de maio, informou a Sabesp.Oi (OIBR3): Justiça aprova publicação de edital para a venda da Oi SoluçõesA Oi (OIBR3), em recuperação judicial, anunciou ao mercado a decisão da 7ª Vara Empresarial da Comarca do Rio de Janeiro que aprovou a publicação de edital para a venda da unidade produtiva isolada (UPI) Oi Soluções.Essa UPI é composta por ativos do Grupo Oi relativos à unidade de negócios B2B, que engloba, entre outros, a oferta de soluções de conectividade, serviços digitais e T.I. para clientes corporativos e do setor público, composta por sua base de clientes (contratos públicos e privados), estrutura operacional, receitas, custos e fornecedores.O processo deve atrair as grandes operadoras de telecomunicações que também têm braços de TI, como Vivo, Claro e TIM, além de provedores regionais com atuação no setor.Algumas dessas empresas já declararam publicamente que iriam avaliar uma potencial aquisição quando a Oi Soluções fosse levada a mercado.A abertura de propostas fechadas deve acontecer em 17 de junho, às 15h.*Com informações da Reuters