‘Ela é um fenômeno’, diz Valdemar sobre força política de Michelle Bolsonaro

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O presidente nacional do Partido Liberal (PL), Valdemar Costa Neto, disse que a ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro é “um fenômeno” e afirmou que “precisará” dela na campanha do senador e pré-candidato Flávio Bolsonaro (PL-RJ) ao Planalto. A declaração foi dada em entrevista ao programa Canal Livre, da Band, que foi ao ar no domingo (1º).Perguntado sobre quem deveria estar no palanque de Flávio, Valdemar enumerou três nomes:Governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos);Deputado federal, Nikolas Ferreira (PL-MG);Presidente do PL Mulher, Michelle Bolsonaro.“Esse pessoal tem que trabalhar [conosco] para não corrermos o risco [de perder a eleição presidencial]”, disse.O presidente nacional do PL afirmou que Michelle deve sair candidata ao Senado pelo Distrito Federal. De acordo com Valdemar, o ex-presidente Jair Bolsonaro não quis que a esposa disputasse “um cargo no Executivo”, porque ela “nunca teve um mandato” ou “passou por um cargo” público.“Ele achou que seria muito difícil para ela assumir um cargo [no] Executivo”, explicou.Valdemar enalteceu a força política de Michelle. O presidente nacional do PL disse que a ex-primeira-dama “tem um prestígio no Brasil” no mesmo patamar de Bolsonaro, Tarcísio e do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).Costa Neto atribuiu a potência de Michelle à sua liderança do PL Mulher. “Ela trouxe as mulheres para a política e faz um trabalho maravilhoso”, declarou.O presidente nacional do PL ainda falou sobre as marmitas entregues a Bolsonaro na prisão. Valdemar contou que Michelle se encarrega de cozinhar e levar a comida para o ex-chefe do Executivo. E, ponderou que, mesmo com a obrigação, a ex-primeira-dama terá de retornar às suas atividades à frente do PL Mulher. Leia também Michelle Bolsonaro comunica que passou por 'pequeno procedimento cirúrgico' Moraes nega prisão domiciliar ao ex-presidente Jair Bolsonaro 'Meu presidente está preso por perseguição': prefeito de Cuiabá faz discurso duro no 'Acorda, Brasil'