Músico previu o acidente que matou os Mamonas Assassinas?

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No auge da fama, os integrantes da banda paulista Mamonas Assassinas se preparavam para embarcar de Brasília rumo a São Paulo, na reta final daquela turnê, uma viagem que terminou tragicamente na serra da Cantareira.Na tarde de 2 de março de 1996, a banda havia feito seu último show da turnê no estádio Mané Garrincha, na capital do país, diante de cerca de 4 mil pessoas. Leia Mais Itens pessoais de desaparecido são encontrados a 70 km de naufrágio no AM Quem eram as vítimas do acidente com lancha no interior de SP Quem são os integrantes da banda Blitz, que começou nos anos 1980 Após a apresentação, eles seguiram para o embarque com destino ao Aeroporto Internacional de Guarulhos (Cumbica), na Grande São Paulo.Pouco antes do embarque, em um vídeo gravado na reta final da turnê, o tecladista Júlio Rasec se voltou para a câmera e relatou um sonho perturbador que viria a ser lembrado como pressentimento da tragédia.“Esta noite eu sonhei com um negócio assim: parecia que o avião caía”. Júlio se dirigiu para o Learjet 25D que os transportava e, pouco depois, colidiu contra a serra da Cantareira, resultando na morte de todos os ocupantes: Dinho, Bento Hinoto, Samuel Reoli, Júlio Rasec e Sérgio Reoli, além do piloto.O caso ganhou novo fôlego recentemente com a exumação dos corpos e a recuperação de pertences ligados aos músicos.Entre os objetos noticiados, foi destacada a jaqueta encontrada sobre o caixão do vocalista Dinho, um achado que reacendeu a comoção e renovou o interesse público pela trajetória e pelos desdobramentos da tragédia.Trinta anos depois, a história dos Mamonas Assassinas continua a ser narrada em múltiplas camadas: há a celebração do humor e do talento que os projetou ao sucesso rápido, há a análise técnica do acidente e há, também, a dimensão íntima das memórias compartilhadas por quem os conheceu.“Mamonas Assassinas – O Filme” chega aos cinemas