O novo presidente-executivo da Walt Disney, Josh D’Amaro, anunciou demissões em massa em um email enviado aos funcionários da companhia nesta terça-feira (14), buscando otimizar as operações da empresa.De acordo com uma pessoa familiarizada com o assunto, cerca de 1.000 postos de trabalho serão eliminados.Os cortes afetarão o grupo de marketing, que foi reorganizado em janeiro, e outras partes da empresa, incluindo seus negócios de estúdio e televisão, a ESPN, produtos e tecnologia e certas funções corporativas, de acordo com a fonte.A Disney começou a notificar os funcionários esta semana. Leia Mais Ouro sobe e fecha acima de US$ 4.800 com dólar fraco Bessent: China tem sido parceira duvidosa durante guerra com Irã Acordo entre United e American Airlines pode criar gigante do setor aéreo “Dado o ritmo acelerado de nossas indústrias, isso exige que avaliemos constantemente como fomentar uma força de trabalho mais ágil e tecnologicamente capacitada para atender às necessidades do futuro”, escreveu D’Amaro em um email visto pela Reuters. “Como resultado, eliminaremos cargos em algumas áreas da empresa.”Assim como outros estúdios de Hollywood, a Disney está se adaptando às novas realidades econômicas, incluindo a queda no mercado televisivo, a redução da bilheteria e o aumento da concorrência.A última grande onda de cortes de pessoal na Disney ocorreu em 2023, quando a empresa anunciou que eliminaria 7.000 postos de trabalho como parte de um esforço para economizar US$ 5,5 bilhões em custos.Cinema brasileiro precisa de previsibilidade de editais, diz especialista | ABERTURA DE MERCADONa época, a Disney estava sob pressão do investidor ativista Nelson Peltz para melhorar seu desempenho financeiro e estancar as perdas em seu negócio de streaming.A Disney afirmou que empregava aproximadamente 231.000 pessoas em setembro, ao final de seu ano fiscal.O Wall Street Journal foi o primeiro a noticiar os cortes de pessoal.O fim de uma era: como Taylor Swift impulsionou economia dos EUA