O mercado preditivo, que permite apostar em eventos futuros, como eleições ou resultados esportivos, começou a ganhar espaço no Brasil como ocorre com muitas inovações em ambientes sofisticados: primeiro desperta curiosidade, depois atrai grandes grupos e, por fim, exige uma discussão que já deveria estar madura. Já não é uma ideia restrita a entusiastas ou plataformas estrangeiras, como Kalshi e Polymarket que, juntas, registraram US$ 1,2 bilhão em volume de negociações no domingo do último Super Bowl.Leia mais em: https://exame.com/future-of-money/mercado-preditivo-avanca-mas-o-brasil-ainda-nao-decidiu-o-que-ele-e/