Após morte de mulher, PM é “promovida” de aluna para soldado; entenda

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Uma nova legislação que afeta diretamente a estrutura hierárquica da Polícia Militar, publicada no Diário Oficial do Estado de São Paulo nesta sexta-feira (17), faz com que a “aluna-soldado” Yasmin Cursino Ferreira, de 21 anos, que matou com um tiro no peito Thawanna Salmázio, na zona leste da capital, passe a ser nomeada como “soldado” e receba um aumento salarial. A Lei nº 18.442 apresenta regras sobre inatividade e promoção aplicáveis aos policiais militares do Estado de São Paulo, além de outras providências.  Leia Mais PM que matou moradora estava sem câmera corporal; polícia investiga Coronel é nomeada primeira mulher comandante-geral da PM de São Paulo Advogado de PM que matou moradora alega legítima defesa: "um único disparo" A agente Yasmin Cursino Ferreira, do 28º BPM/M, que matou Thawanna Salmázio há duas semanas, está afastada e segue sendo investigada pela Corregedoria da PM e pelo Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP) da Polícia Civil. A Secretaria de Segurança Pública (SSP) afirma que a policial não teve qualquer tipo de promoção e que a recente publicação apenas cumpre a Lei nº 18.442, de 2 de abril de 2026. Delegado do caso envolvendo PM morta por tenente-coronel fala à CNN | AGORA CNNSegundo a pasta, a norma extinguiu a antiga divisão entre soldados de 1ª e 2ª classe, unificando a graduação sob a nomenclatura única de “Soldado PM”. Assim, o ajuste salarial de R$ 480 corresponde exclusivamente à equiparação remuneratória automática garantida pela lei a todos os policiais que pertenciam à extinta 2ª classe.*Sob supervisão de AR.