A nova inteligência artificial da Anthropic, a Opus 4.7, chegou ao mercado com o objetivo de trazer uma versão atualizada da Claude, outra plataforma da marca. A maior qualidade da tecnologia, porém, será a apresentação de um sistema “mais humanizado”. Segundo os criadores, o aplicativo tem como base uma linguagem natural fluida e raciocínio estruturado. Diferente de modelos anteriores, que tinham como foco somente conseguir respostas precisas, este foi treinado com métodos que priorizam a coerência narrativa e a interpretação de contexto. Leia Mais OpenAI transforma Codex em agente digital que executa tarefas sozinho Relembre memes caóticos da Geração Alpha impulsionados por IA Por que estados dos EUA querem limitar a construção de data centers? Para garantir que a IA fosse “mais humana”, os desenvolvedores fizeram com que o modelo evitasse construções repetitivas e adaptasse a estrutura de acordo com o tipo de pedido. Além disso, o Opus 4.7 rastreia o fio da conversa com mais eficiência, sem esquecer informações mencionadas previamente.Em testes iniciais, a plataforma também já demonstrou ter uma capacidade maior de reconhecer ambiguidades, pedir explicações mais naturalmente e admitir incerteza na pesquisa sem encerrar a conversa.Para os usuários, a maior mudança na interface será na escrita de prompts. Anteriormente, os internautas precisavam reescrever o pedido cerca de duas vezes antes de conseguirem uma resposta que atendesse à sua necessidade. Com o refinamento, o problema não deve se repetir.Mesmo com as melhorias, o Opus 2.7 ainda apresenta falhas. Assim como a maioria, a IA segue sujeita a cometer erros factuais e suas afirmações não substituem a opinião e o conhecimento de especialistas de determinadas áreas. O acesso às plataformas da Anthropic ainda é limitado no Brasil. Até o momento, apenas usuários que assinem os planos Claude Pro ou Claude Team, desenvolvedores com acesso à API da Anthropic e parceiros corporativos com contrato Enterprise têm acesso ao aplicativo.*Publicado por Luiza Zequim, da CNN Brasil, e sob supervisão de Fernanda PinottiEntenda como EUA usam inteligência artificial em guerra com Irã