Ibovespa (IBOV) avança no primeiro pregão do ano após salto de 34% em 2025; 5 coisas para saber antes de investir hoje (2)

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O Ibovespa (IBOV) inicia o primeiro pregão de 2026 em tom positivo, mesmo com a liquidez limitada ainda pelo feriado de Ano Novo.Por volta de 10h10 (horário de Brasília), o principal índice da bolsa brasileira operava com avanço de 0,28%, aos 161.570,79 pontos.  new TradingView.MediumWidget( { "customer": "moneytimescombr", "symbols": [ [ "IBOV", "IBOV" ] ], "chartOnly": false, "width": "100%", "height": "300", "locale": "br", "colorTheme": "light", "autosize": false, "showVolume": false, "hideDateRanges": false, "hideMarketStatus": false, "hideSymbolLogo": false, "scalePosition": "right", "scaleMode": "Normal", "fontFamily": "-apple-system, BlinkMacSystemFont, Trebuchet MS, Roboto, Ubuntu, sans-serif", "fontSize": "10", "noTimeScale": false, "valuesTracking": "1", "changeMode": "price-and-percent", "chartType": "line", "container_id": "374d228"} ); O dólar à vista opera em queda ante o real, na esteira do desempenho da divisa no exterior. No mesmo horário, a moeda norte-americana caía a R$ 5,4400 (-0,89%).Day Trade: Aposte em BB Iguatemi (IGTI11) e venda Jalles Machado (JALL3) para ganhar até 1,48% nesta sexta (2), segundo a Ágora5 assuntos para saber ao investir no Ibovespa nesta sexta-feira (2)1 – Ibovespa no melhor desempenho desde 2016Em 2025, o Ibovespa (IBOV) superou as expectativas do mercado e saiu da casa dos 120 mil pontos do início do ano para o patamar dos 161 mil pontos, com direito a renovação de máximas históricas nominais.O principal índice da bolsa brasileira acumulou valorização de 33,95%, o melhor desempenho anual desde 2016.Para o mercado, uma possível mudança política nas eleições presidenciais em outubro deste anbo pode levar o principal índice da bolsa brasileira para a faixa de 180 mil e 200 mil pontos, com expectativa de uma melhora fiscal.LEIA MAIS: Ibovespa salta 34% e tem melhor desempenho anual desde 2016; o que impulsionou o índice em 2025?2 – Petrobras retoma produçãoNesta sexta-feira (2), a Petrobras (PETR4) iniciou a produção de sua plataforma P-78, no campo de Búzios, o maior produtor do país, no pré-sal da Bacia de Santos.A unidade, que começou a operar no último dia de 2025, tem capacidade para produzir 180 mil barris de óleo por dia, além de comprimir 7,2 milhões de m³ de gás diariamente.3 – EMAE rescinde acordo com BTG para compra de papéis da LightA Empresa Metropolitana de Águas e Energia (EMAE) comunicou nesta sexta-feira que rescindiu no último dia 31 contrato firmado com o BTG Pactual envolvendo a aquisição pela companhia de determinadas debêntures, bônus de subscrição e units de emissão da Light.De acordo com a EMAE, a rescisão decorreu da não obtenção, até 30 de dezembro de 2025, de anuência prévia da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) aplicável à operação, que configurava condição suspensiva do contrato.4 – Tensão entre EUA e VenezuelaO presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, fez um aceno ao presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, propondo conversas sérias sobre o combate ao tráfico de drogas e oferecendo às empresas norte-americanas acesso imediato ao petróleo venezuelano.Maduro disse que a Venezuela é um “país irmão” dos Estados Unidos e um governo amigável. Ele observou que, quando ele e Trump conversaram pela última vez em novembro, o presidente dos EUA reconheceu sua autoridade ao se dirigir a ele como “sr presidente”.Os comentários representam uma mudança no tom de Maduro em relação aos Estados Unidos desde que este último lançou um reforço militar em grande escala no sul do Caribe. Trump acusa o “ilegítimo” Maduro de administrar um narcoestado e ameaçou tirá-lo do poder.Maduro nega veementemente as ligações com o crime e disse que os EUA estão tentando destituí-lo para assumir o controle das vastas reservas de petróleo e dos depósitos de minerais de terras raras da Venezuela.5 – Petróleo tem maior queda anual desde 2020Os preços do petróleo registraram uma perda anual de quase 20% em 2025, com o aumento das expectativas de excesso de oferta em um ano marcado por guerras, tarifas mais altas, aumento da produção da Opep+ e sanções à Rússia, Irã e Venezuela.Os contratos futuros do petróleo Brent caíram cerca de 19% no ano, o declínio percentual anual mais substancial desde 2020 e seu terceiro ano consecutivo de perdas, a sequência mais longa já registrada. O petróleo norte-americano West Texas Intermediate registrou um declínio anual de quase 20%.SAIBA MAIS: O Money Times reuniu as recomendações de mais de 20 bancos e corretoras em um conteúdo gratuito e completo para você investir melhor*Com informações de Estadão Conteúdo e Reuters