A Procuradora-Geral dos Estados Unidos, Pam Bondi, afirmou neste sábado (3) que Nicolás Maduro enfrentará em breve a “ira total” da justiça americana em tribunais dos EUA.A declaração foi feita após o presidente Donald Trump confirmar a captura de Maduro e de sua esposa, Cilia Flores, durante uma operação militar de grande escala realizada em território venezuelano na madrugada de hoje. Trocar imagemTrocar imagem 1 de 5 Explosões avistadas em Caracas, capital da Venezuela • Reuters Trocar imagemTrocar imagem 2 de 5 Explosões avistadas em Caracas, capital da Venezuela • Imagens obtidas pela CNN Trocar imagemTrocar imagemTrocar imagem 3 de 5 Helicópteros sobrevoam local da explosão em Caracas, na Venezuela • Reuters Trocar imagemTrocar imagem Trocar imagemTrocar imagemTrocar imagem 4 de 5 Explosões e colunas de fumaça avistadas em Caracas, capital da Venezuela • Reuters Trocar imagemTrocar imagem 5 de 5 O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, confirmou o ataque militar dos EUA à Venezuela e disse que o ditador Nicolás Maduro foi capturado e levado para fora do país • REUTERS/Maxwell Briceno REUTERS/Kent Nishimura visualização default visualização full visualização gridAcusações criminais e extradiçãoSegundo a Procuradora-Geral, o líder venezuelano será processado com base em uma acusação do Distrito Sul de Nova York, que inclui crimes de conspiração de narcoterrorismo, importação de cocaína e posse de metralhadoras e dispositivos destrutivos. Maduro possuía uma recompensa de 50 milhões de dólares oferecida pelo governo americano por informações que levassem à sua prisão.Análise: Justificativa de Trump será a guerra contra o narcotráfico | BREAKING NEWSAutoridades dos EUA informaram que a ação teve como objetivo executar mandados de prisão pendentes e que Maduro já foi retirado da Venezuela para ser julgado em solo americano. Leia Mais Professor explica o que levou os EUA a atacarem a Venezuela Análise: Justificativa de Trump será a guerra contra o narcotráfico Líderes europeus reagem aos ataques dos EUA contra a Venezuela Detalhes da operação militarA missão, descrita por especialistas como de “velocidade impressionante”, teria sido executada pela Força Delta do Exército com apoio da polícia dos EUA e rastreamento da CIA. Os ataques começaram por volta das 3h (horário de Brasília) e atingiram alvos em Caracas e nos estados de Miranda, Aragua e La Guaira.Trump confirma ataque dos EUA à Venezuela e diz que Maduro foi capturado | BREAKING NEWSTestemunhas relataram explosões e a presença de helicópteros e aeronaves de elite por cerca de 90 minutos. Em resposta, o governo venezuelano decretou emergência nacional e mobilizou planos de defesa, embora a vice-presidente Delcy Rodríguez tenha admitido que o paradeiro de Maduro era desconhecido pela gestão local após a incursão.Reações internacionais e cenário políticoA intervenção militar dividiu a comunidade internacional:Aliados: Rússia e Cuba condenaram o ato, classificando-o como “agressão armada” e “ataque criminoso”.Apoio: O presidente da Argentina, Javier Milei, celebrou a captura com a frase “A liberdade avança”.Brasil: O presidente Luiz Inácio Lula da Silva convocou uma reunião de emergência no Itamaraty para analisar o impacto regional da operação.A União Europeia pediu moderação e respeito ao direito internacional, reiterando que Maduro carece de legitimidade. Na Venezuela, a oposição política, liderada por Edmundo González e María Corina Machado, monitora a situação diante de uma possível transição de poder.