Macron celebra prisão de Maduro e pede transição pacífica na Venezuela

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O presidente francês Emmanuel Macron comemorou neste sábado (3) a prisão do presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, após ação dos Estados Unidos em território sul-americano. Segundo Macron, o “povo venezuelano hoje está livre da ditadura de Nicolás Maduro”. Também afirmou que Maduro “pisoteava em liberdades fundamentais” e “cometeu graves afrontas contra a dignidade de seu povo”. Sobre o período de transição, que os Estados Unidos afirmaram que tomarão conta, Macron espera que seja um processo “pacifico, democrático e respeite a vontade do povo venezuelano”. Siga o canal da Jovem Pan News e receba as principais notícias no seu WhatsApp! WhatsApp Macron também disse que espera que Edmundo González Urrutia, que segundo ele foi eleito em 2024, garanta que essa transição ocorra “o mais rápido possível” e que está conversando com parceiros locais.El pueblo venezolano está hoy liberado de la dictadura de Nicolás Maduro y no puede sino celebrarlo.Al confiscar el poder y pisotear las libertades fundamentales, Nicolás Maduro ha cometido una grave afrenta contra la dignidad de su propio pueblo.La transición que se abre…— Emmanuel Macron (@EmmanuelMacron) January 3, 2026Ataque e prisão de MaduroTrump confirmou neste sábado que forças do país realizaram “com sucesso um ataque em grande escala contra a Venezuela e Maduro, que foi, junto com a primeira-dama, Cilia Flores, capturado e retirado do país”.“Os Estados Unidos da América realizaram com sucesso um ataque de grande escala contra a Venezuela e seu líder, o presidente Nicolás Maduro, que foi capturado, juntamente com sua esposa, e retirado do país por via aérea”, disse Trump em sua rede Truth Social.O anúncio foi feito após uma madrugada de explosões em Caracas e em estados como Miranda, Aragua e La Guaira. Relatos locais indicam ataques contra infraestruturas estratégicas, incluindo o Forte Tiuna (complexo militar onde fica a sede do Ministério da Defesa) e a base aérea de La Carlota.A Venezuela disse que os bombardeios dos Estados Unidos ocorridos em várias regiões do país, incluindo a capital, atingiram civis.“Forças invasoras (…) profanaram nosso solo sagrado nas localidades de Fuerte Tiuna, Caracas, nos estados Miranda, Aragua e La Guaira, chegando a atingir, com seus mísseis e foguetes disparados de helicópteros de combate, áreas urbanas de população civil”, disse o ministro da Defesa da Venezuela, Vladimir Padrino López.O general afirmou que estão reunindo “as informações referentes a feridos e mortos diante do ataque vil e covarde” dos Estados Unidos.O secretário de Estado dos Estados Unidos, Marco Rubio, afirmou neste sábado que Nicolás Maduro foi preso pelos Estados Unidos e enfrentará um julgamento criminal no país norte-americano.Rubio também disse que, agora que o líder venezuelano foi capturado, não são esperadas novas ações militares dos EUA no país sul-americano. Leia também Delcy Rodriguez diz que Venezuela 'nunca será colônia' e afirma: 'Único presidente é Maduro' Em São Paulo, Ramuth, Nunes e Tarcísio defendem liberdade na Venezuela Pré-candidatos à presidência do Brasil comentam ataque à Venezuela