Governo Trump notifica lideranças do Congresso sobre operação contra Maduro

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A administração do governo Trump começou a notificar a liderança do Congresso e comissões importantes sobre a operação para deter o presidente venezuelano Nicolás Maduro após o ocorrido, disse uma fonte familiarizada com o assunto na manhã deste sábado (3).A justificativa apresentada pelo governo foi a autoridade de Trump, conforme o Artigo II da Constituição dos EUA, que afirma que o presidente é o comandante-chefe das Forças Armadas dos Estados Unidos.No início desta manhã, o senador republicano Mike Lee, de Utah, publicou nas redes sociais que o secretário de Estado Marco Rubio lhe disse que a ação tinha como objetivo proteger americanos que buscavam prender Maduro e que se tratava de uma ação legalizada, de acordo com o Artigo II. Leia Mais Venezuela fecha fronteira com Brasil, dizem fontes Análise: Justificativa de Trump será a guerra contra o narcotráfico O que se sabe sobre ataque dos EUA que capturou Nicolás Maduro na Venezuela  Em ações militares anteriores dos EUA, os governos presidenciais notificaram os líderes do Congresso antes do evento, mas o governo Trump muitas vezes não o fez.A chefe de gabinete da Casa Branca, Susie Wiles, disse à revista Vanity Fair em uma entrevista anterior que os ataques dos EUA na Venezuela precisariam da aprovação do Congresso.Detalhes da operação militar e situação em CaracasTestemunhas e equipes jornalísticas relataram explosões, colunas de fumaça e o som de aeronaves sobrevoando a capital venezuelana por aproximadamente 90 minutos. Moradores de cidades costeiras descreveram o céu ficando vermelho e o solo tremendo durante as explosões.Análise: Justificativa de Trump será a guerra contra o narcotráfico | BREAKING NEWSDiversas áreas de Caracas sofreram interrupção no fornecimento de energia elétrica logo após o início dos bombardeios.Paralelamente aos ataques, a Administração Federal de Aviação (FAA) dos EUA proibiu que aeronaves americanas operem no espaço aéreo da Venezuela, citando riscos de segurança associados à atividade militar em curso.Trump classificou a ação como uma “operação brilhante” e marcou uma coletiva de imprensa na Flórida para detalhar o ocorrido.