O primeiro-ministro da Espanha, Pedro Sánchez, se manifestou sobre o ataque dos Estados Unidos à Venezuela que resultou na captura do presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, e sua esposa, Cilia Flores. A manifestação ocorreu na tarde deste sábado (3/1) no X. Leia também MundoTrump publica imagens assistindo à operação que capturou Maduro MundoVice de Maduro toma posse em “cerimônia secreta”, diz New York Times Mundo“Nunca mais seremos colônia”, diz vice de Maduro após ataque dos EUA MundoCom Rússia em defesa de Maduro, Trump alfineta Putin sobre guerra Sánchez afirma que a Espanha não reconhece o regime de Maduro, mas que também também reconhecerá “uma intervenção que viole o direito internacional e empurre a região para um horizonte de incerteza e beligerância”.16 imagensFechar modal.1 de 16Jesus Vargas/Getty Images2 de 16Jesus Vargas/Getty Images3 de 16Jesus Vargas/Getty Images4 de 16Nicolás MaduroIgo Estrela/Metrópoles5 de 16EUA ataca Caracas, capital da VenezuelaBoris Vergara/Anadolu via Getty Images6 de 16Jesus Vargas/Getty Images7 de 16Lula e Maduro se encontram antes da cúpula dos países sul-americanosHugo Barreto/Metrópoles8 de 16EUA ataca Caracas, capital da Venezuelaenezuela. (Photo by Pedro Rances Mattey/Anadolu via Getty Images9 de 16Jesus Vargas/Getty Images10 de 16Jesus Vargas/Getty Images11 de 16EUA ataca Caracas, capital da VenezuelaStringer/Anadolu via Getty Images12 de 16O ditador Nicolás Maduro e LulaIgo Estrela/Metrópoles13 de 16Jesus Vargas/Getty Images14 de 16Jesus Vargas/Getty Images15 de 16Vinícius Schmidt/Metrópoles16 de 16Jesus Vargas/Getty Images“Solicitamos a todos os atores que considerem a população civil, respeitem a Carta das Nações Unidas e trabalhem em prol de uma transição justa e negociada”, comentou Sánchez no X.EUA x VenezuelaOs Estados Unidos atacaram, neste sábado (3/1), diversas regiões da Venezuela.O presidente norte-americano, Donald Trump, afirmou que capturou o presidente Nicolás Maduro.A Embaixada dos EUA em Bogotá afirmou estar ciente diante das explosões em Caracas e pediu para que nenhum norte-americano viaje até a Venezuela por “nenhum motivo e evite as fronteiras da Venezuela com a Colômbia, o Brasil e a Guiana”.Desde o início da ofensiva militar norte-americana na região, sob o pretexto de combater o tráfico internacional de drogas, as tensões se prolongaram.Em meio ao agravamento do cenário, Maduro passou a ser o principal alvo das ameaças de Trump. Isso porque o presidente da Venezuela é apontado como chefe do Cartel de los Soles — grupo recentemente classificado pelos EUA como organização terrorista internacional.Na madrugada deste sábado (3/1), os Estados Unidos atacaram a Venezuela e capturaram Maduro, levando-o para fora do território venezuelano. Ele está sendo transferido a bordo do USS Iwo Jima a Nova York, onde será julgado por uma Corte por “narcoterrorismo”.