“Viva a liberdade, caralho”: Milei reage a ataques dos EUA à Venezuela

Wait 5 sec.

O presidente da Argentina, Javier Milei, se manifestou sobre o ataque militar dos Estados Unidos contra a Venezeuela, na manhã deste sábado (3/1). O presidente dos EUA, Donald Trump, afirmou que o presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, e sua esposa foram capturados.Na rede social X, o presidente argentino celebrou o ataque e repetiu o bordão usado desde sua campanha. “La libertad avanza. Viva la libertad, carajo [A liberdade avança. Viva a liberdade, caralho]”, escreveu Milei.4 imagensFechar modal.1 de 4Javier MileiReprodução / Redes sociais2 de 4Miguel Díaz CanelReprodução / Redes sociais3 de 4Gustavo PetroReprodução / Redes sociais4 de 4EUA confirma ataque a Caracas e captura de Nicolás MaduroReprodução/Truth SocialReação internacionalOutros líderes internacionais reagiram ao bombardeio estadunidense na Venezuela. O presidente da Colômbia, Gustavo Petro, manifestou-se nas redes sociais afirmando que Caracas estaria sob bombardeio. “Alerta para o mundo inteiro: atacaram a Venezuela. Estão bombardeando Caracas com mísseis. A OEA e a ONU devem se reunir imediatamente”, escreveu.Miguel Díaz‑Canel, presidente de Cuba, também reagiu ao ataque à Venezuela. Em publicação nas redes sociais, ele afirmou: “Cuba denuncia e exige reação urgente da comunidade internacional contra o ataque criminoso dos EUA à Venezuela. Nossa zona de paz está sendo brutalmente atacada. Terrorismo de Estado contra o bravo povo venezuelano e contra a Nossa América.” Leia também MundoEUA confirma ataque a Caracas e captura de Nicolás Maduro MundoQuatro cidades da Venezuela foram atacadas pelos EUA, segundo TV local MundoVice da Venezuela exige prova de vida de Maduro após captura pelos EUA Igor GadelhaGoverno Lula convoca reunião de emergência após Trump capturar Maduro O Irã, aliado político da Venezuela, condenou o suposto ataque dos Estados Unidos, classificando-o como uma “violação flagrante da soberania nacional e da integridade territorial” venezuelana. O Ministério das Relações Exteriores iraniano pediu que o Conselho de Segurança da ONU “aja imediatamente para interromper a agressão ilegal” e responsabilize os envolvidos.A Rússia condenou o “ato de agressão armada” dos Estados Unidos contra a Venezuela, informou o Ministério das Relações Exteriores do país. Em nota divulgada neste sábado, o governo russo afirmou estar “profundamente preocupado” com a situação e destacou a importância de evitar uma escalada do conflito, enfatizando que os esforços devem se concentrar na busca de uma solução por meio do diálogo.Ataque dos EUA à VenezuelaO governo da Venezuela divulgou nas primeiras horas deste sábado (3/1) um comunicado oficial no qual acusa os Estados Unidos de realizar uma agressão militar contra áreas civis e militares em Caracas e nos estados de Miranda, Aragua e La Guaira.A denúncia foi apresentada formalmente à comunidade internacional.No documento, compartilhado por autoridades venezuelanas nas redes sociais, o governo afirma que as ações violariam a Carta das Nações Unidas, especialmente os princípios da soberania, da igualdade entre os Estados e da proibição do uso da força.Segundo o texto, o  ataque representa uma grave ameaça à paz e à estabilidade da América Latina e do Caribe.Ainda de acordo com o comunicado, o objetivo da ofensiva seria o controle de recursos estratégicos venezuelanos, como petróleo e minerais.O governo rejeita essa hipótese e afirma que seguirá defendendo a independência nacional, lembrando o histórico do país de resistência a potências estrangeiras.