O mercado de luxo global costuma ser o primeiro a sentir as crises. A escalada do conflito entre Irã, Israel e Estados Unidos comprova a tese: no Oriente Médio, o varejo da alta classe já viu o fluxo de clientes cair 57% nas primeiras semanas do conflito. Grifes como a Zegna e Hermés e grupos como LVMH (Louis Vuitton, Dior, Gucci via Kering) e Richemont — dona da Cartier —, já se preocupam com as vendas. Não é o caso da Ferrari.Leia mais em: https://exame.com/casual/como-a-ferrari-esta-driblando-a-guerra-do-ira-no-oriente-medio/