Preço dos imóveis residenciais sobe 0,48% em março, mas termina 1T26 abaixo da inflação; confira

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O preço dos imóveis residenciais acelerou e registrou aumento médio de 0,48% em março, contra alta de 0,32% em fevereiro, segundo o Índice FipeZAP, que acompanha a variação dos valores em 56 cidades brasileiras.No primeiro trimestre de 2026 (1T26), o avanço acumulado foi de 1,01%, ficando, contudo, abaixo da inflação ao consumidor medida pelo IPCA, que subiu 1,48% no período, considerando a prévia do mês passado (IPCA-15).Entre as tipologias, unidades residenciais de um dormitório tiveram a maior valorização em março (+0,65%), enquanto imóveis com quatro ou mais quartos registraram a menor (+0,20%).Todas os lugares monitorados registraram aumento nos preços, com destaque para Fortaleza (+1,33%), Vitória (+1,21%) e Natal (+1,17%).Alta em 12 mesesNo acumulado dos últimos 12 meses, o valor dos imóveis residenciais aumentou, em média, 5,62%. Nesse horizonte, a alta supera a variação da inflação ao consumidor, que avança cerca de 3,9%.Novamente, unidades de um dormitório lideram a valorização anual (+7,42%), enquanto casas com três ou mais quartos sobem menos (+4,82%).Fortaleza (+13,46%), Belém (+13,43%) e Salvador (+13,13%) tiveram os maiores ganhos entre as capitais no período.Metro quadrado mais caro do paísAinda de acordo com o Índice FipeZAP, o preço médio de venda residencial em março foi de R$ 9.720 por m². Entre as capitais, Vitória apresentou o valor mais alto (R$ 14.603 por m²), seguida por Florianópolis (R$ 13.106 por m²) e São Paulo (R$ 11.995 por m²).Já entre as tipologias, unidades de um dormitório apresentaram o maior preço médio (R$ 11.849 por m²), enquanto as de dois quartos registraram o menor (R$ 8.732 por m²).