Os chefes do FMI (Fundo Monetário Internacional), da AIE (Agência Internacional de Energia) e do Grupo Banco Mundial concordaram nesta quarta-feira (1), em formar um grupo de coordenação para maximizar a resposta de suas instituições aos impactos energéticos e econômicos da guerra no Oriente Médio.Em declaração conjunta, as organizações se comprometeram a avaliar a gravidade dos impactos entre países e regiões por meio de compartilhamento de dados, coordenar um mecanismo de resposta – podendo incluir aconselhamento político direcionado e financiamento – e mobilizar partes interessadas relevantes, incluindo outros parceiros multilaterais. Leia Mais Fabricantes chineses de chips conquistam 41% dos servidores locais de IA Vendas da BYD caem pelo 7º mês consecutivo na China Marisa reverte lucro e tem prejuízo de R$ 70,3 milhões no 4º trimestre “Nestes tempos de alta incerteza, é fundamental que nossas instituições unam forças para monitorar os desenvolvimentos, alinhar análises e coordenar o apoio aos formuladores de políticas para navegar nesta crise”, acrescentou a declaração.Segundo as instituições, a guerra no Oriente Médio causou grandes interrupções nas vidas e meios de subsistência na região e desencadeou uma das maiores escassez de fornecimento na história do mercado global de energia, o que afeta desproporcionalmente os importadores de petróleo, em particular os países de baixa renda.“Estamos comprometidos em trabalhar juntos para salvaguardar a estabilidade econômica e financeira global, fortalecer a segurança energética e apoiar os países e pessoas afetadas em seu caminho para uma recuperação sustentada, crescimento e criação de empregos por meio de reformas”, finalizou a nota.Disparada do petróleo: Veja medidas que países estão adotando contra preços