Buffon pede demissão da federação após Itália ficar fora da Copa do Mundo

Wait 5 sec.

As mudanças na Federação Italiana de Futebol não param de acontecer desde que a Itália perdeu a vaga na Copa do Mundo após perder para a Bósnia, nos pênaltis, na última terça-feira (31).Após Gabriele Gravina renunciar ao cargo de presidente da Federação, o ex-goleiro e ídolo do país, Gianluigi Buffon, também deixou a seleção.Três dias depois de anunciar a aposentadoria dos gramados em 2023, Buffon foi confirmado para o cargo de chefe de delegação. Ele chegou para substituir Gianluca Vialli, que morreu em janeiro daquele ano, aos 58 anos, por conta de um câncer. Leia Mais Após ficar de fora da Copa, Itália sonha em ter Pep Guardiola como técnico Kevin De Bruyne quer continuar no Napoli apesar do interesse da MLS Após eliminação da Polônia, Lewandowski avalia aposentadoria: "Não é tudo" Confira o que disse Buffon“Apresentar minha demissão um minuto após o término da partida contra a Bósnia foi um ato impulsivo, que surgiu do fundo da minha alma . Tão espontâneo quanto as lágrimas e a dor que sinto no coração, uma dor que sei que compartilho com todos vocês.Pediram-me para esperar para que todos pudessem refletir adequadamente. Agora que o presidente Gravina decidiu renunciar, sinto-me livre para fazer o que considero ser a coisa responsável a fazer. (…) O principal objetivo era levar a Itália de volta à Copa do Mundo. E não conseguimos isso”Goleiro históricoBuffon é recordista absoluto de jogos com a camisa da Itália, com mais de 20 anos defendendo a Azzurra. Entre 1997 e 2018 foram 176 partidas, 40 a mais que o segundo da lista, Paolo Cannavaro, com 136 jogos. Ele foi um dos pilares do título da Copa do Mundo de 2006. Também marcou época com as camisas de Parma e Juventus, além de atuar no PSG, com Neymar.Campeões de 2006 apontam crise estrutural no futebol italiano