Regenerar, neste contexto, significa voltar a criar condições de alta performance: pessoais, de equipa e organizacionais. Não se trata de yoga corporativo, mas de energia produtiva: foco, clareza e confiança. As equipas que performam melhor são as que sabem quando acelerar e quando recuperar, que aprendem rápido e executam com propósito. Muitas lideranças têm níveis de performance muito altos com grande capacidade de atingir resultados ano após ano. Mas com que taxa de esforço? O que é que fica para trás? Em que medida é que estes líderes também praticam recuperação? Seja ela física, social, emocional, etc. A Inteligência Artificial é a grande aliada e o grande teste desta nova fase. A maioria das escolas e empresas já a usa em marketing e tarefas administrativas, mas o desafio está em integrar a IA no pensamento estratégico e ético da liderança. Não basta dominar a ferramenta; é preciso liderar com discernimento humano num contexto cada vez mais digital. Na Nova SBE Executive Education, estas tendências estão a ser trabalhadas em programas como o Horizon Leadership Program e os Management Retreats. Em ambos, o foco é simples: ajudar líderes a pensar com mais profundidade, agir com mais impacto e gerir com mais equilíbrio.Porque, no fim, o verdadeiro luxo da liderança moderna é ter energia, foco e sentido num mundo que não para. Em 2026, as organizações que perceberem que a energia das pessoas é o verdadeiro multiplicador do desempenho terão mais capacidade de executar a sua estratégia com menos esforço, mais equilíbrio, maior satisfação e de forma mais sustentável. Este artigo foi publicado na edição nº 32 da revista Líder, cujo tema é ‘Simplificar’. Subscreva a Revista Líder aqui.O conteúdo O próximo nível da liderança: regenerar para performar aparece primeiro em Revista Líder.