Como se vê, a crise em curso no Estreito de Ormuz serve como um laboratório estratégico em tempo real, cujas lições são absorvidas simultaneamente por Pequim, Taipé e Washington. O desfecho da crise atual em Ormuz — seja por negociação, exaustão ou escalada — provavelmente influenciará diretamente os cálculos estratégicos e de risco em torno de Taiwan.