CPLG11 fecha terreno em Jacareí para centro logístico BTSO fundo imobiliário CPLG11 concluiu em 13 de março de 2026 as condições para adquirir um terreno em Jacareí, no interior de São Paulo, onde será construído o centro logístico CPLG Jacareí. A operação inclui contrato de locação no modelo Built To Suit (BTS) com a EBAZAR.COM.BR., controlada pelo Mercado Livre, reforçando a vocação do portfólio para ativos logísticos de alto padrão e contratos de longo prazo.Firmado em 27 de fevereiro de 2026, o acordo prevê a construção de uma instalação sob medida para as necessidades do inquilino, com início da locação após a entrega da obra. O fundo imobiliário CPLG11 estabeleceu prazo de 12 anos para o contrato, com reajuste anual pelo IPCA a partir da conclusão do empreendimento, o que tende a sustentar previsibilidade de receitas.A estrutura do negócio contempla participação de 83% do CPLG11 no ativo, refletindo sua fração ideal no imóvel. As projeções indicam área bruta locável aproximada de 134.256 m², com especificações técnicas contemporâneas para operações logísticas de grande escala e alto giro. O desenho do projeto busca eficiência operacional e flexibilidade para expansão.Cláusula de proteção assegura salvaguarda em caso de rescisão antecipada pelo locatário: a multa estipula o pagamento integral dos valores remanescentes até o fim do prazo contratual. Essa disposição reduz risco de vacância e mitiga impactos financeiros, reforçando a atratividade do fluxo de caixa contratado.A administração do FII CPLG11 destacou que a transação se alinha à estratégia de investimentos oportunísticos em propriedades físicas, priorizando desenvolvimento com prazos reduzidos e acordos diferenciados com empresas de grande porte. Entre as diretrizes, estão padronização construtiva, localização estratégica e governança contratual robusta.Essa abordagem busca combinar previsibilidade de rendimentos e qualidade superior de ativos na carteira, apoiada por contratos BTS e inquilinos de relevância no e-commerce. No pregão de segunda-feira (16), o fundo imobiliário CPLG11 recuou 0,74%, cotado a R$ 12,00, acumulando queda de 2,04% em março, movimento que não altera, no curto prazo, a tese baseada em renda contratada e expansão logística.