O envio de fuzileiros para reabrir o Estreito e a suspensão parcial das sanções ao petróleo russo ilustram bem: o que começou como campanha aérea “decisiva” fortalece a Rússia, um rival estratégico, e cobra um preço alto em todo o mundo, inclusive no Brasil, onde a inflação causada pelo aumento do preço dos combustíveis já bate à porta.