HASH11: Primeiro ETF de criptomoedas da bolsa brasileira está entre os dez mais negociados no mês, diz B3

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O primeiro fundo de índice (ETF, na sigla em inglês) de criptomoedas da bolsa brasileira ainda atrai o apetite dos investidores, mesmo após cinco anos da estreia no mercado local.O HASH11, da Hashdex, foi o sexto produto mais negociado em fevereiro, segundo dados divulgados pela B3 nesta segunda-feira (16).Veja o ranking dos ETFs mais negociados em fevereiro:ETFADTV*% do totalBOVA111.165,9 milhões53,67%SMAL11235,2 milhões10,83%BOVV11109,2 milhões5,03%GOLD1165,0 milhões2,99%IVVB1159,0 milhões2,72%HASH1151,8 milhões2,38%LFTBETF..46,5 milhões2,14%LFTSETF..43,0 milhões1,98%BITH1124,8 milhões1,14%LLFTETF..23,0 milhões1,06%Fonte: B3 / * ADTV: Average Daily Trading Volume (Volume Médio de Negociações Diárias)Composição e desempenho do ETF HASH11O HASH11 replica o desempenho de um índice desenvolvido pela gestora brasileira Hashdex em parceria com a Nasdaq.O ETF segue a variação do Nasdaq CME Crypto Index (NCI), indicador que busca refletir o movimento do mercado de criptoativos, e não só do bitcoin. O índice conta com sete criptoativos na carteira com os seguintes pesos:Bitcoin (BTC) – 76,49%Ethereum (ETH) – 12,76%XRP( XRP) – 6,00%Solana (SOL) – 3,37%Cardano (ADA) – 0,71%Chainlink (LINK) – 0,38%Stellar (XLM) – 0,29%A queda recente no preço das criptomoedas pode ter assustado alguns investidores, mas abriu a oportunidade de compra para outros.Vale lembrar que ETFs são uma forma de exposição a uma cesta de ativos selecionados pelas gestoras, o que tende a reduzir a volatilidade de teses como as criptomoedas.Contudo, as turbulências do mercado cripto não passaram sem deixar alguns arranhões no HASH11. No acumulado do ano, o ETF cai 22,27%, mesmo após uma recuperação de pouco mais de 11% no último mês, de acordo com o Trading View.